Supremo Tribunal de Uganda proíbe mídia de publicar identidade de homossexuais
Supremo Tribunal de Uganda proíbe mídia de publicar identidade de homossexuais
Atualizado em 05/01/2011 às 09:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
O Supremo Tribunal da Uganda, África, proibiu que órgãos de mídia do país divulguem a identidade de pessoas que considerem ser homossexuais. A decisão foi tomada três meses depois que o jornal Rolling Stone - que não tem a ver com a revista de mesmo nome especializada em entretenimento - publicou uma lista de personalidades que acreditavam ser gays.
A decisão do Supremo, de acordo com o portal tvi 24, foi elogiada por grupos ligados aos direitos dos homossexuais. A lista divulgada pelo Rolling Stone em outubro de 2010 trazia nomes, fotos e endereços de cem personalidades e pedia o enforcamento dessas pessoas. O jornal foi fechado pela corte de Uganda.
O homossexualismo é considerado ilegal no país africano, e prevê prisão de no mínimo 14 anos. Segundo informações da BBC, pelo menos quatro pessoas declararam terem sido atacadas depois que seus nomes e fotos foram publicados pelo Rolling Stone . Após o fechamento do jornal, a decisão do Supremo ugandês se entendeu aos demais veículos de imprensa.
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A decisão do Supremo, de acordo com o portal tvi 24, foi elogiada por grupos ligados aos direitos dos homossexuais. A lista divulgada pelo Rolling Stone em outubro de 2010 trazia nomes, fotos e endereços de cem personalidades e pedia o enforcamento dessas pessoas. O jornal foi fechado pela corte de Uganda.
O homossexualismo é considerado ilegal no país africano, e prevê prisão de no mínimo 14 anos. Segundo informações da BBC, pelo menos quatro pessoas declararam terem sido atacadas depois que seus nomes e fotos foram publicados pelo Rolling Stone . Após o fechamento do jornal, a decisão do Supremo ugandês se entendeu aos demais veículos de imprensa.
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