Supremo israelense rejeita transferência de repórter para hospital palestino
O Supremo Tribunal de Israel rejeitou a possibilidade de transferir o jornalista palestino Mohammed al Qiq, detido em Israel sem acusação e em greve de fome há mais de 70 dias, para um hospital na Cisjordânia.
Atualizado em 16/02/2016 às 12:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
rejeitou a possibilidade de transferir o jornalista palestino , detido em Israel sem acusação e em greve de fome há mais de 70 dias, para um hospital na Cisjordânia.
Crédito:Reprodução Jornalista mal consegue falar após mais de 70 dias de greve de fome
Segundo o portal La Informacion, al Qiq está no hospital HaEmek, em Afula, Israel, e pediu transferência para a unidade Ramallah, na Palestina. O pedido, feito na semana passada, foi negado pelas autoridades.
O Shin Bet, serviço de inteligência interior israelense, acredita que o jornalista é integrante do Hamas, movimento islamita palestino que controla a Faixa de Gaza. O grupo é considerado "terrorista" por Israel, Estados Unidos e União Europeia.
O repórter está em prisão administrativa, regime que permite a detenção sem acusação ou julgamento. Um tribunal local suspendeu a detenção, mas determinou que ele permanecesse no hospital. Al Qiq perdeu grande parte de sua visão, habilidades auditivas e mal consegue falar.
Crédito:Reprodução Jornalista mal consegue falar após mais de 70 dias de greve de fome
Segundo o portal La Informacion, al Qiq está no hospital HaEmek, em Afula, Israel, e pediu transferência para a unidade Ramallah, na Palestina. O pedido, feito na semana passada, foi negado pelas autoridades.
O Shin Bet, serviço de inteligência interior israelense, acredita que o jornalista é integrante do Hamas, movimento islamita palestino que controla a Faixa de Gaza. O grupo é considerado "terrorista" por Israel, Estados Unidos e União Europeia.
O repórter está em prisão administrativa, regime que permite a detenção sem acusação ou julgamento. Um tribunal local suspendeu a detenção, mas determinou que ele permanecesse no hospital. Al Qiq perdeu grande parte de sua visão, habilidades auditivas e mal consegue falar.





