Suécia enviará novo pedido ao Equador para interrogar Julian Assange
A procuradoria da Suécia enviará uma nova solicitação ao Equador para interrogar o jornalista e fundador do WikiLeaks, Julian Assange, em su
Atualizado em 10/02/2016 às 10:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
A procuradoria da Suécia enviará uma nova solicitação ao Equador para interrogar o jornalista e fundador do WikiLeaks, , em sua embaixada em Londres. O pedido foi negado no mês passado.
Crédito:Divulgação Suécia tenta ouvir Assange na embaixada do Equador, em Londres
Segundo a agência EFE, o Equador avaliou que a solicitação era a mesma que outra enviada em maio, mas com riscos. A iniciativa foi classificada pelo chanceler equatoriano, Ricardo Patiño, como uma "falta de respeito".
Na semana passada, o Grupo de Trabalho sobre Detenções Arbitrárias da ONU concluiu que a detenção de Assange era "arbitrária" e pediu que a Suécia e o Reino Unido libertassem e indenizassem o australiano. Os países, entretanto, rejeitaram o pedido.
A Suécia argumentou que a liberdade de Assange não está restrita "por nenhuma decisão ou medida adotada pelas autoridades". A procuradoria disse ainda que a conclusão do painel da ONU não afetava a investigação.
Julian Assange, de 44 anos, está preso na embaixada do Equador desde 2012, quando o governo equatoriano concedeu asilo ao jornalista, depois de um longo processo no Reino Unido, que terminou com a decisão de entregá-lo às autoridades da Suécia, onde é suspeito de crimes sexuais.
Crédito:Divulgação Suécia tenta ouvir Assange na embaixada do Equador, em Londres
Segundo a agência EFE, o Equador avaliou que a solicitação era a mesma que outra enviada em maio, mas com riscos. A iniciativa foi classificada pelo chanceler equatoriano, Ricardo Patiño, como uma "falta de respeito".
Na semana passada, o Grupo de Trabalho sobre Detenções Arbitrárias da ONU concluiu que a detenção de Assange era "arbitrária" e pediu que a Suécia e o Reino Unido libertassem e indenizassem o australiano. Os países, entretanto, rejeitaram o pedido.
A Suécia argumentou que a liberdade de Assange não está restrita "por nenhuma decisão ou medida adotada pelas autoridades". A procuradoria disse ainda que a conclusão do painel da ONU não afetava a investigação.
Julian Assange, de 44 anos, está preso na embaixada do Equador desde 2012, quando o governo equatoriano concedeu asilo ao jornalista, depois de um longo processo no Reino Unido, que terminou com a decisão de entregá-lo às autoridades da Suécia, onde é suspeito de crimes sexuais.





