Sucursal da Al Jazeera fecha por motivos de segurança
Sucursal da Al Jazeera fecha por motivos de segurança
Atualizado em 28/04/2011 às 12:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
As operações da sucursal da emissora Al Jazeera, na Síria, foram suspensas, por tempo indeterminado, por motivos de segurança. A informação é do site journalism.co.uk, citando divulgado pelo Comitê de Proteção aos Jornalistas (CPJ), na última quarta-feira (27).
A suspensão nas transmissões decorre dos ataques e pressões feitos à equipe da emissora. Autoridades locais pedem para a redação, baseada na Síria,"não se comunicar com o escritório em Doha e não aparecer no ar para transmitir notícias da sucursal, mesmo que por telefone", alerta o produtor Hassan Elmogummer Taha, de Damasco, por email ao CPJ.
Impedida de entrar na cidade de Daraa, onde começaram os levantes populares no dia 15 de março, a sucursal foi atacada com ovos e por pedras. Os jornalistas sofrem constantes intimidações e ameaças por parte de apoiadores do atual presidente sírio, Bashar al-Assad.
Os jornalistas da Al Jazeera, Cal Perry e Bem Mitchell, foram intimidados pelas autoridades sírias e foram os últimos jornalistas a serem expulsos do país. Além deles, o CPJ contabiliza que pelo menos cinco repórteres da Reuters mais dois da Associated Press foram forçados a se retirar do país desde que as revoltas populares começaram. Jornalistas foram presos e depois soltos, mas alguns permanecem detidos.
O coordenador de programa do Oriente Médio e Norte da África do CPJ, Mohamed Abdel Dayem, disse em um relatório: "A Síria acredita que, ao assediar e prender jornalistas, pode impedir que o mundo veja a insatisfação civil que toma conta do país". As operações no país foram canceladas para garantir a segurança da equipe de jornalistas.
Em um caso separado, homens não identificados tentaram incendiar um carro da estação da Al Jazeera baseada em Beirute, no Líbano. O atentado não foi bem sucedido e a equipe saiu ilesa. Eles cobriam uma manifestação em solidariedade aos levantes populares da Síria.
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A suspensão nas transmissões decorre dos ataques e pressões feitos à equipe da emissora. Autoridades locais pedem para a redação, baseada na Síria,"não se comunicar com o escritório em Doha e não aparecer no ar para transmitir notícias da sucursal, mesmo que por telefone", alerta o produtor Hassan Elmogummer Taha, de Damasco, por email ao CPJ.
Impedida de entrar na cidade de Daraa, onde começaram os levantes populares no dia 15 de março, a sucursal foi atacada com ovos e por pedras. Os jornalistas sofrem constantes intimidações e ameaças por parte de apoiadores do atual presidente sírio, Bashar al-Assad.
Os jornalistas da Al Jazeera, Cal Perry e Bem Mitchell, foram intimidados pelas autoridades sírias e foram os últimos jornalistas a serem expulsos do país. Além deles, o CPJ contabiliza que pelo menos cinco repórteres da Reuters mais dois da Associated Press foram forçados a se retirar do país desde que as revoltas populares começaram. Jornalistas foram presos e depois soltos, mas alguns permanecem detidos.
O coordenador de programa do Oriente Médio e Norte da África do CPJ, Mohamed Abdel Dayem, disse em um relatório: "A Síria acredita que, ao assediar e prender jornalistas, pode impedir que o mundo veja a insatisfação civil que toma conta do país". As operações no país foram canceladas para garantir a segurança da equipe de jornalistas.
Em um caso separado, homens não identificados tentaram incendiar um carro da estação da Al Jazeera baseada em Beirute, no Líbano. O atentado não foi bem sucedido e a equipe saiu ilesa. Eles cobriam uma manifestação em solidariedade aos levantes populares da Síria.
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