Substituição na FIESP: sai Máquina da Notícia, entra Ricardo Viveiros
Substituição na FIESP: sai Máquina da Notícia, entra Ricardo Viveiros
pedrovenceslau@portalimprensa.com.br
Dois mil empresários, 150 jornalistas, 9 ministros, 6 governadores - capitaneados pelo anfitrião, Geraldo Alckmin - o presidente do Banco Central, uma dezena de senadores, a prefeita de São Paulo e o presidente da República. A nata do poder, do PIB e da mídia nacional se reuniu no Museu do Ipiranga, no último dia 8 de novembro, para celebrar a posse de Paulo Skaff como novo presidente da FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). Nos bastidores desta suntuosa demonstração de poder político uma pergunta ecoou entre os jornalistas da área econômica: o que essa mudança radical no trono da indústria significará para nós? Além da dança das cadeiras clássica que ocorre depois de toda transição de gabinete - leia-se novas fontes e agenda - os repórteres "carrapatos" da indústria terão, pela primeira vez na história, dois presidentes diferentes para as duas entidades do setor: Skaff na FIESP e seu adversário derrotado, Cláudio Vaz, na CIESP.
Essa mudança significativa levou a substituição da agência que atende a conta da FIESP, uma das mais cobiçadas do mercado. Sai a "Máquina da Notícia" entra a "Ricardo Viveiros".
A "Máquina", que trabalhou na campanha de Vaz, entrou na FIESP há seis anos e foi uma escolha pessoal do ex-presidente Horácio Piva. Com o resultado do pleito, a agência passa a atender apenas a CIESP, agora sob comando de Vaz. Já a "Ricardo Viveiros" se aproximou das entidades ligadas a indústria através de licitação: a agência venceu outras 43 empresas na concorrência pela conta do SESI e do SENAI. Daí a escolha de Scaff pela "Ricardo Viveiros", ao lado de outras duas empresas, a "Companhia de Notícias" e "Carlos Brickman", para trabalhar em sua campanha. Destas, apenas a "Viveiros" segue na FIESP.






