STJ arquiva ação de improbidade administrativa contra diretor do filme "Chatô"
Artista não poderia ter sido processado pelo fato de a ação não associá-lo a um agente público
Atualizado em 22/05/2015 às 10:05, por
Redação Portal IMPRENSA.
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) arquivou na última quinta-feira (21/5) uma ação que acusava o ator e diretor de improbidade administrativa, por suposto mau uso de recursos públicos captados para a produção do filme "Chatô, o rei do Brasil".
Crédito:Divulgação Finalização do longa-metragem ajudou no arquivamento da ação
De acordo com o G1, o tribunal concluiu que o . O entendimento do órgão é que ações de improbidade administrativa devem ter sempre como réu pelo menos um agente responsável pelo crime.
A ação civil foi movida pelo Ministério Público Federal (MPF) em 2010 e indicava que a empresa de Fontes recebeu R$ 51 milhões, em forma de isenção fiscal por patrocinadores, para fazer o longa. À época, o MPF afirmava que a obra nunca havia sido concluída e que não foram prestadas contas dos gastos realizados.
Após 20 anos em produção nesta semana o escritor e jornalista Fernando Morais, autor do livro que originou o filme, um trailer e informou que o lançamento deve ocorrer ainda neste ano. A obra conta a história de Assis Chateaubriand, jornalista e empresário que nos anos 1920 fundou os Diários Associados, grupo de mídia que engloba jornais, emissoras de rádio e de TV.
Ao publicar o trailer do filme, Morais defendeu o diretor. "Tenho más notícias para os coleguinhas que urubuzaram o Guilherme Fontes nos últimos anos: o filme 'Chatô, o rei do Brasil', está pronto. Quem viu disse que é o máximo. Para quem não viu, aqui vai, com exclusividade e em primeiríssima mão (com cacófato), o trailer ainda sem finalização", escreveu.
Assista ao vídeo:
Crédito:Divulgação Finalização do longa-metragem ajudou no arquivamento da ação
De acordo com o G1, o tribunal concluiu que o . O entendimento do órgão é que ações de improbidade administrativa devem ter sempre como réu pelo menos um agente responsável pelo crime.
A ação civil foi movida pelo Ministério Público Federal (MPF) em 2010 e indicava que a empresa de Fontes recebeu R$ 51 milhões, em forma de isenção fiscal por patrocinadores, para fazer o longa. À época, o MPF afirmava que a obra nunca havia sido concluída e que não foram prestadas contas dos gastos realizados.
Após 20 anos em produção nesta semana o escritor e jornalista Fernando Morais, autor do livro que originou o filme, um trailer e informou que o lançamento deve ocorrer ainda neste ano. A obra conta a história de Assis Chateaubriand, jornalista e empresário que nos anos 1920 fundou os Diários Associados, grupo de mídia que engloba jornais, emissoras de rádio e de TV.
Ao publicar o trailer do filme, Morais defendeu o diretor. "Tenho más notícias para os coleguinhas que urubuzaram o Guilherme Fontes nos últimos anos: o filme 'Chatô, o rei do Brasil', está pronto. Quem viu disse que é o máximo. Para quem não viu, aqui vai, com exclusividade e em primeiríssima mão (com cacófato), o trailer ainda sem finalização", escreveu.
Assista ao vídeo:





