STF derruba liminar de juíza que tirou revista "IstoÉ" de circulação em território nacional
O ministro do Supremo Tribunal Federal Luis Roberto Barroso cassou liminar de juíza cearense que impedia a circulação da revista.
Atualizado em 17/09/2014 às 16:09, por
Redação Portal IMPRENSA.
Nesta quarta-feira (17/9), a revista IstoÉ anunciou que o ministro do Supremo Tribunal Federal, Luis Roberto Barroso, cassou a liminar de uma juíza cearense que impedia a circulação da publicação em território nacional. Após a decisão, a matéria sobre um esquema de corrupção na Petrobrás que foi alvo de censura, já voltou ao ar em sua .
Crédito:Reprodução Revista republicou matéria no site e voltou a ser vendida nas bancas
A liminar foi imposta pela magistrada Maria Marleide Maciel Queiroz, da 3ª Vara de Família de Fortaleza (CE). A juíza deu razão a um pedido do governador Cid Gomes, que entrou na Justiça contra a IstoÉ após ver seu nome na reportagem, ligando-o ao esquema de corrupção na estatal.
Conforme consta na ação, como a investigação ainda não terminou e corre sob sigilo processual, a revista não poderia ter divulgado as informações, obtidas com exclusividade. “Além de ferir de morte a honra pessoal do requerente, causarão danos irreversíveis à sua carreira política, reconhecidamente pautada na ética e na moralidade”, dizia o documento.
Com o parecer favorável do STF, a publicação anunciou que já está de volta às bancas em todo o Brasil.
Crédito:Reprodução Revista republicou matéria no site e voltou a ser vendida nas bancas
A liminar foi imposta pela magistrada Maria Marleide Maciel Queiroz, da 3ª Vara de Família de Fortaleza (CE). A juíza deu razão a um pedido do governador Cid Gomes, que entrou na Justiça contra a IstoÉ após ver seu nome na reportagem, ligando-o ao esquema de corrupção na estatal.
Conforme consta na ação, como a investigação ainda não terminou e corre sob sigilo processual, a revista não poderia ter divulgado as informações, obtidas com exclusividade. “Além de ferir de morte a honra pessoal do requerente, causarão danos irreversíveis à sua carreira política, reconhecidamente pautada na ética e na moralidade”, dizia o documento.
Com o parecer favorável do STF, a publicação anunciou que já está de volta às bancas em todo o Brasil.





