Somália e México são os países mais perigosos para o trabalho dos jornalistas, aponta estudo

Somália e México são os países mais perigosos para o trabalho dos jornalistas, aponta estudo

Atualizado em 04/08/2009 às 10:08, por Redação Portal IMPRENSA.

Nos primeiros sete meses de 2009, pelo menos 46 jornalistas morreram no exercício da profissão em todo o mundo. Os dados são de um levantamento realizado pelo Instituto Internacional para a Segurança da Imprensa (INSI), com base em 21 localidades nacionais. De acordo com a pesquisa, Somália e México são os países mais perigosos ao trabalho dos jornalistas.

Seis jornalistas somalis foram mortos até o fim de julho, enquanto outros dois profissionais de imprensa continuam mantidos reféns há mais de 11 meses.

O Instituto ainda alerta quanto ao cenário vivenciado pelos jornalistas no território mexicano. "A situação no México é cada vez mais preocupante. Foram confirmadas pelo menos três mortes e outras três estão sob investigação", informou o INSI.

O estudo ainda aponta a morte de três jornalistas no Paquistão, Sri Lanka e Iraque. Este último, segundo o Instituto, apresenta melhora na segurança aos jornalistas e queda no número de óbitos. A informação é da agência Reuters.

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