SJSP repudia violência contra jornalistas em "Marcha da Maconha"
SJSP repudia violência contra jornalistas em "Marcha da Maconha"
Atualizado em 24/05/2011 às 11:05, por
Redação Portal IMPRENSA.
O Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo , na última segunda-feira (23), em que repudia a maneira violenta pela qual a polícia deteve o manifesto em prol à liberação do uso de maconha no Brasil, ocorrido no último sábado (21), na Av.Paulista.
A "Marcha da Maconha", organizada para ser uma manifestação pacífica pedindo a liberação da droga, havia sido proibida pela Justiça. Uma vez que houve a proibição, os manifestantes marchavam pela liberdade de se expressar e de reivindicar. Policiais militares e da Guarda Civil utilizaram meios violentos de repressão, tais como como gás lacrimogêneo e balas de borracha contra o público presente, incluindo jornalistas identificados com crachás.
Segundo relatos do jornalista Félix Lima, repórter do Folha da Manhã , ele foi derrubado com uma rasteira por um PM e agredido, enquanto guardas da GCM tentavam confiscar seu equipamento fotográfico. Já o repórter fotográfico Osmar Bustos, a serviço do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) e correspondente para os jornais argentinos Página 12 e Toda Notícia , levou dois tiros de balas de borracha nas costas. Ele foi levado para o Hospital Santa Casa da Misericórdia. Atendido, compareceu ao Sindicato dos Jornalistas para relatar as agressões e solicitar providências. Outros jornalistas relataram uso de spray de pimenta, pancadas com cassetete e bombas de efeito moral contra a equipe.
Já são seis o número de jornalistas agredidos durante a cobertura da "Marcha da Maconha: Félix Lima, Osmar Bustos, Ricardo Galhardo (iG), Márcia Abos, do O Globo , Fabio Pagotto e Vinícius Pereira Diário de S. Paulo .
A declaração oficial do SJSP exige a identificação e punição dos policiais envolvidos, "Para que episódios desta natureza não voltem a ocorrer por ocasião das coberturas jornalísticas."
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A "Marcha da Maconha", organizada para ser uma manifestação pacífica pedindo a liberação da droga, havia sido proibida pela Justiça. Uma vez que houve a proibição, os manifestantes marchavam pela liberdade de se expressar e de reivindicar. Policiais militares e da Guarda Civil utilizaram meios violentos de repressão, tais como como gás lacrimogêneo e balas de borracha contra o público presente, incluindo jornalistas identificados com crachás.
Segundo relatos do jornalista Félix Lima, repórter do Folha da Manhã , ele foi derrubado com uma rasteira por um PM e agredido, enquanto guardas da GCM tentavam confiscar seu equipamento fotográfico. Já o repórter fotográfico Osmar Bustos, a serviço do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) e correspondente para os jornais argentinos Página 12 e Toda Notícia , levou dois tiros de balas de borracha nas costas. Ele foi levado para o Hospital Santa Casa da Misericórdia. Atendido, compareceu ao Sindicato dos Jornalistas para relatar as agressões e solicitar providências. Outros jornalistas relataram uso de spray de pimenta, pancadas com cassetete e bombas de efeito moral contra a equipe.
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A declaração oficial do SJSP exige a identificação e punição dos policiais envolvidos, "Para que episódios desta natureza não voltem a ocorrer por ocasião das coberturas jornalísticas."
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