Site do governo argentino provoca polêmica sobre sexualidade no país
Com perguntas e respostas sobre sexualidade, o site "Chautabu", do governo de Buenos Aires, tinha o objetivo de levantar discussões sobre sexualidade.
Atualizado em 17/02/2014 às 16:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
sexualidade, o site " ", do governo de Buenos Aires, tinha o objetivo de levantar discussões sobre sexualidade. Porém, a página se tornou alvo de polêmica no país.
Segundo a Agência Efe, o governo explicou que a criação do site é para "que os jovens possam ter informações sobre saúde sexual e reprodutiva". O espaço dá acesso a uma série de questões que envolvem reprodução, sexo, AIDS, anticoncepcionais e identidade de gênero. Além disso, traz ao conhecimento do jovem uma lista com os centros de saúde onde os jovens podem pegar pílulas do dia seguinte, camisinhas e receitas para receber pílulas anticoncepcionais gratuitamente, já que os métodos anticoncepcionais básicos são considerados um direito na Argentina.
A iniciativa, liderada pelo conservador Mauricio Macri, causou diversas críticas de organizações e cidadãos que acreditam que a discussão sobre sexualidade deve ser tomada no crivo familiar. "O site 'Chautabu' incita os adolescentes a fazer sexo oral e anal e diz que a pornografia é normal", denuncia o Grupo Sólido, uma organização juvenil que se declara a favor da "sexualidade integrada, do casamento e da família".
O debate tomou conta das redes sociais. No Facebook, Mario Wagner considerou que "o único método anticoncepcional recomendável é a abstinência e o sexo só dentro do casamento" e recebeu como resposta da usuária Mia Wallace que "o Estado deve responder às necessidades de todos", o que inclui "os jovens que pedem informação" sobre a sexualidade, e que os que estejam contra essa oferta de informação "não precisam fazer mais do que evitar a página".
A fundação Hóspede, de luta contra a AIDS, Fundalam, de lactação e maternidade, e da Federação Argentina de Lésbicas, Gays, Transexuais e Bissexuais (FALGTB) apoiam a iniciativa, que já teve, desde sua abertura, mais de 30 mil visitas e organizou diversas atividades, como ciclos de cinema, sessões de debate e programas de rádio sobre sexualidade e relações seguras.
Segundo a Agência Efe, o governo explicou que a criação do site é para "que os jovens possam ter informações sobre saúde sexual e reprodutiva". O espaço dá acesso a uma série de questões que envolvem reprodução, sexo, AIDS, anticoncepcionais e identidade de gênero. Além disso, traz ao conhecimento do jovem uma lista com os centros de saúde onde os jovens podem pegar pílulas do dia seguinte, camisinhas e receitas para receber pílulas anticoncepcionais gratuitamente, já que os métodos anticoncepcionais básicos são considerados um direito na Argentina.
A iniciativa, liderada pelo conservador Mauricio Macri, causou diversas críticas de organizações e cidadãos que acreditam que a discussão sobre sexualidade deve ser tomada no crivo familiar. "O site 'Chautabu' incita os adolescentes a fazer sexo oral e anal e diz que a pornografia é normal", denuncia o Grupo Sólido, uma organização juvenil que se declara a favor da "sexualidade integrada, do casamento e da família".
O debate tomou conta das redes sociais. No Facebook, Mario Wagner considerou que "o único método anticoncepcional recomendável é a abstinência e o sexo só dentro do casamento" e recebeu como resposta da usuária Mia Wallace que "o Estado deve responder às necessidades de todos", o que inclui "os jovens que pedem informação" sobre a sexualidade, e que os que estejam contra essa oferta de informação "não precisam fazer mais do que evitar a página".
A fundação Hóspede, de luta contra a AIDS, Fundalam, de lactação e maternidade, e da Federação Argentina de Lésbicas, Gays, Transexuais e Bissexuais (FALGTB) apoiam a iniciativa, que já teve, desde sua abertura, mais de 30 mil visitas e organizou diversas atividades, como ciclos de cinema, sessões de debate e programas de rádio sobre sexualidade e relações seguras.





