SIP avalia liberdade de imprensa na Argentina
SIP avalia liberdade de imprensa na Argentina
Atualizado em 05/05/2011 às 10:05, por
Redação Portal IMPRENSA.
A Sociedad Interamericana de Prensa (SIP) está em Buenos Aires, na Argentina, para avaliar as condições da liberdade de imprensa no país, informa O Estado de S. Paulo desta quinta-feira (5). A organização jornalística - que representa 1,3 mil empresas de mídia de todo o continente americano - está reunida desde ontem (4) com representantes do governo, instituições jornalísticas para analisar as relações entre as esferas. Um encontro entre representantes da SIP e a presidente Critina Kirchner foi negado a Gonzalo Marroquín, presidente da entidade.
O presidente da organização foi recebido pelo secretário de Comunicação Pública, Juan Manuel Abal Medina, que afirma o governo Kirchner praticar "níveis máximos de liberdade de imprensa".
Já empresas jornalísticas destacam que existe apenas uma "liberdade parcial", e que diversas medidas do governo privilegiam os meios aliados do governo. Um exemplo disso seria o repasse de verba para publicidade oficial (controladas por Medina).
O governo Kirchner é acusado de travar uma "guerra" contra a imprensa. Cristina já afirmou que a imprensa nacional pretende um "golpe cívico-midiático". No início do ano, diversos piquetes organizados por pessoas ligados ao governo fizeram piquetes em frente às redações dos maiores jornais do país, como o El Clarín e o La Nación , impedindo a circulação integral ou parcial das publicações.
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O presidente da organização foi recebido pelo secretário de Comunicação Pública, Juan Manuel Abal Medina, que afirma o governo Kirchner praticar "níveis máximos de liberdade de imprensa".
Já empresas jornalísticas destacam que existe apenas uma "liberdade parcial", e que diversas medidas do governo privilegiam os meios aliados do governo. Um exemplo disso seria o repasse de verba para publicidade oficial (controladas por Medina).
O governo Kirchner é acusado de travar uma "guerra" contra a imprensa. Cristina já afirmou que a imprensa nacional pretende um "golpe cívico-midiático". No início do ano, diversos piquetes organizados por pessoas ligados ao governo fizeram piquetes em frente às redações dos maiores jornais do país, como o El Clarín e o La Nación , impedindo a circulação integral ou parcial das publicações.
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