Sindicato quer regularização de pagamentos após denúncias de atrasos no Diário de Cuiabá
Cerca de 30 repórteres, editores e diagramadores do Diário de Cuiabá retomaram as atividades na última quinta-feira (20) após paralisações por causa do atraso no pagamento dos salários.
Atualizado em 21/10/2011 às 13:10, por
Daniela Ades*.
O Sindicato do Mato Grosso (Sindijor-MT) protocolará reclamação trabalhista na Justiça.
Em reunião, os funcionários redigiram um documento com 15 reivindicações, pedindo melhorias estruturais, que vão desde modernização de computadores e telefones até os meios de transporte dos repórteres. Eles querem o pagamento de duas folhas no mês de outubro e regularização da situação até dezembro.
Segundo o presidente do Sindijor, Teonas de Meneses Moura, a direção do jornal não deu perspectivas de resolução, pois afirma que o Diário, um dos títulos mais tradicionais do Estado e com terceira maior circulação, passa por dificuldades financeiras por falta de publicidade oficial.
Os funcionários se reunirão novamente na semana que vem para discutir a possibilidade de greve, com apoio do sindicato, caso a situação não se resolva.
Moura prometeu, ainda, ingressar no Tribunal Regional do Trabalho de Mato Grosso (TRT-MT), nesta sexta-feira (21), e ajudar os profissionais da empresa com assessoria jurídica para casos de processos individuais.
O sindicato pedirá a penhora da marca do jornal na Justiça. "É a única forma de tentar mexer no bolso deles. Na comunicação, a marca da empresa é uma das coisas mais importantes", diz Moura.
De acordo com o sindicalista, todos os bens da redação constam como alugados e não estão no nome da empresa. Ele conta que no início do ano foi assinado um acordo coletivo, que previa o pagamento do piso salarial, reajuste de 6,3% retroativo a maio e pagamento do salário até o dia 5 do mês. "Na verdade, isto é o mínimo".
O Portal IMPRENSA procurou a direção do Diário de Cuiabá para comentar a situação. No entanto, uma funcionária da redação informou que o único responsável pelo assunto não se encontrava no local.
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Em reunião, os funcionários redigiram um documento com 15 reivindicações, pedindo melhorias estruturais, que vão desde modernização de computadores e telefones até os meios de transporte dos repórteres. Eles querem o pagamento de duas folhas no mês de outubro e regularização da situação até dezembro.
Segundo o presidente do Sindijor, Teonas de Meneses Moura, a direção do jornal não deu perspectivas de resolução, pois afirma que o Diário, um dos títulos mais tradicionais do Estado e com terceira maior circulação, passa por dificuldades financeiras por falta de publicidade oficial.
Os funcionários se reunirão novamente na semana que vem para discutir a possibilidade de greve, com apoio do sindicato, caso a situação não se resolva.
Moura prometeu, ainda, ingressar no Tribunal Regional do Trabalho de Mato Grosso (TRT-MT), nesta sexta-feira (21), e ajudar os profissionais da empresa com assessoria jurídica para casos de processos individuais.
O sindicato pedirá a penhora da marca do jornal na Justiça. "É a única forma de tentar mexer no bolso deles. Na comunicação, a marca da empresa é uma das coisas mais importantes", diz Moura.
De acordo com o sindicalista, todos os bens da redação constam como alugados e não estão no nome da empresa. Ele conta que no início do ano foi assinado um acordo coletivo, que previa o pagamento do piso salarial, reajuste de 6,3% retroativo a maio e pagamento do salário até o dia 5 do mês. "Na verdade, isto é o mínimo".
O Portal IMPRENSA procurou a direção do Diário de Cuiabá para comentar a situação. No entanto, uma funcionária da redação informou que o único responsável pelo assunto não se encontrava no local.
* Com supervisão de Gustavo Ferrari
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