Sindicato protesta contra SBT por escalar jovem de 18 anos para apresentar telejornal
Com o apoio da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), o Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo (SJPSP) divulgou um comunicado
Atualizado em 17/10/2016 às 15:10, por
Redação Portal IMPRENSA.
Com o apoio da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), o Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo (SJPSP) divulgou um na última sexta-feira (14/10), questionando a escalação do jovem Eduardo Camargo, de 18 anos, para apresentar o telejornal "Primeiro Impacto", do SBT.
Crédito:Reprodução SBT
A entidade explica que seu posicionamento não se refere ao fato de Dudu não ser um jornalista graduado, mas pela emissora tratar o jornalismo como uma atividade marginal. Segundo o SJPSP, diversos profissionais procuraram o Sindicato manifestando indignação.
Antes de apresentar o telejornal, o jovem atuava como Homem do Saco, no programa "Fofocando". Ele estreou no feriado de quarta-feira, 12 de outubro, quando também se comemorou o Dia da Criança.
"Tratar o jornalismo como entretenimento e não informação criteriosa é um desserviço ao cidadão, um ataque à qualidade da informação e, mesmo, uma afronta à Constituição que estabelece como princípios que os meios de comunicação devem zelar pela sua função social e dar 'preferência a finalidades educativas, artísticas, culturais e informativas'", diz.
Crédito:Reprodução SBT
A entidade explica que seu posicionamento não se refere ao fato de Dudu não ser um jornalista graduado, mas pela emissora tratar o jornalismo como uma atividade marginal. Segundo o SJPSP, diversos profissionais procuraram o Sindicato manifestando indignação.
Antes de apresentar o telejornal, o jovem atuava como Homem do Saco, no programa "Fofocando". Ele estreou no feriado de quarta-feira, 12 de outubro, quando também se comemorou o Dia da Criança.
"Tratar o jornalismo como entretenimento e não informação criteriosa é um desserviço ao cidadão, um ataque à qualidade da informação e, mesmo, uma afronta à Constituição que estabelece como princípios que os meios de comunicação devem zelar pela sua função social e dar 'preferência a finalidades educativas, artísticas, culturais e informativas'", diz.





