Sindicato norte-americano pressiona Huffington Post a remunerar blogueiros e colaboradores
Sindicato norte-americano pressiona Huffington Post a remunerar blogueiros e colaboradores
Atualizado em 23/02/2011 às 19:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
Desde que o site Huffington Post foi vendido ao conglomerado estadunidense AOL por US$ 315 milhões, emergiu a questão dos direitos dos colaboradores a uma "fatia" desse montante, Agora a causa conta com o apoio da representação sindical dos trabalhadores de comunicação dos Estados Unidos, o Newspaper Guild.
No entendimento dos blogueiros que participam do site fundado por Arianna Huffington, o nome do portal foi criado em cima do trabalho de seus colaboradores, que nunca receberam nada, ainda que cientes desta condição.
Então a massa de colaboradores reuniu suas frustrações em uma página no Facebook criada com o objetivo de pressionar Arianna a ceder e dividir proporcionalmente uma parte dos milhões embolsados com a venda do Huffington.
Até o começo desta semana, o site manteve-se distante das discussões, mas o sindicato dos trabalhadores de comunicação dos EUA resolveu entrar na briga e cobrar satisfações do grupo Huffington.
A entidade alega que, ao remunerar seus colaboradores, o Huffington valoriza a atividade jornalística e auxilia o jornalismo independente a sobreviver sem pressões mercadológicas.
O porta-voz do Huffington, Mario Ruiz, concorda com a entidade quanto à valorização do jornalismo. No entanto, acredita na diferenciação entre profissionais de imprensa e blogueiros.
"Nós não poderíamos estar ainda mais alinhados com a valorização dos jornalistas quando pagos por seu trabalho. Exatamente por isso que o Huffington possui 143 editores, escritores, e repórteres em nosso time. Mas nós acreditamos que existe uma diferença crítica entre nossos editores e repórteres e as pessoas que contribuem com nosso blog", disse Ruiz.
Segundo o porta-voz, "a maioria dos blogueiros que contribuem com o Huffington entende o valor de participar de uma plataforma que tenha alcance irrestrito". As informações são do Cutline.
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| Divulgação | |
| Arianna Huffington |
Então a massa de colaboradores reuniu suas frustrações em uma página no Facebook criada com o objetivo de pressionar Arianna a ceder e dividir proporcionalmente uma parte dos milhões embolsados com a venda do Huffington.
Até o começo desta semana, o site manteve-se distante das discussões, mas o sindicato dos trabalhadores de comunicação dos EUA resolveu entrar na briga e cobrar satisfações do grupo Huffington.
A entidade alega que, ao remunerar seus colaboradores, o Huffington valoriza a atividade jornalística e auxilia o jornalismo independente a sobreviver sem pressões mercadológicas.
O porta-voz do Huffington, Mario Ruiz, concorda com a entidade quanto à valorização do jornalismo. No entanto, acredita na diferenciação entre profissionais de imprensa e blogueiros.
"Nós não poderíamos estar ainda mais alinhados com a valorização dos jornalistas quando pagos por seu trabalho. Exatamente por isso que o Huffington possui 143 editores, escritores, e repórteres em nosso time. Mas nós acreditamos que existe uma diferença crítica entre nossos editores e repórteres e as pessoas que contribuem com nosso blog", disse Ruiz.
Segundo o porta-voz, "a maioria dos blogueiros que contribuem com o Huffington entende o valor de participar de uma plataforma que tenha alcance irrestrito". As informações são do Cutline.
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