Sindicato dos Radialistas de Alagoas discute segurança de jornalistas em estádios
Na oportunidade, foram exigidas melhores cabines e banheiros, maior fiscalização de credenciais de imprensa e maior segurança.
Atualizado em 18/08/2011 às 16:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
O Sindicato dos Radialistas de Alagoas realizou reunião, na última quarta-feira (17), com a Federação Alagoana de Futebol (FAF), a Associação dos Cronistas Desportivos de Alagoas (ACDA), a Polícia Militar e o MPE para discutir a segurança de jornalistas ao cobrir jogos em estádios. Esta é a terceira tentativa da instituição de discutir a questão, já que em outras oportunidades apenas a PM e o Corpo de Bombeiros compareceram ao encontro.
Na oportunidade, foram exigidas melhores cabines e banheiros, maior fiscalização de credenciais de imprensa e maior segurança para os profissionais de comunicação antes e depois das partidas. "Existem muitas pessoas que não são comunicadores e estão lá no meio do campo com o profissional da imprensa. Estamos nos arriscando no meio de pessoas transvertidas de jornalistas e radialistas", enfatizou Paulo Guedes, presidente do sindicato.
Sobre as questões levantadas, a FAF disse não se responsabilizar pelos problemas levantados, cumprindo sua função, e a PM prometeu intensificar seu serviço nos campos. Como forma de registrar as medidas sugeridas, um termo de compromisso foi elaborado e assinado pelas instituições. "O Estatuto do Torcedor não protege apenas os atletas e os torcedores, mas o profissional da imprensa também", ressaltou o promotor Max Martins, que redigiu o documento.
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Na oportunidade, foram exigidas melhores cabines e banheiros, maior fiscalização de credenciais de imprensa e maior segurança para os profissionais de comunicação antes e depois das partidas. "Existem muitas pessoas que não são comunicadores e estão lá no meio do campo com o profissional da imprensa. Estamos nos arriscando no meio de pessoas transvertidas de jornalistas e radialistas", enfatizou Paulo Guedes, presidente do sindicato.
Sobre as questões levantadas, a FAF disse não se responsabilizar pelos problemas levantados, cumprindo sua função, e a PM prometeu intensificar seu serviço nos campos. Como forma de registrar as medidas sugeridas, um termo de compromisso foi elaborado e assinado pelas instituições. "O Estatuto do Torcedor não protege apenas os atletas e os torcedores, mas o profissional da imprensa também", ressaltou o promotor Max Martins, que redigiu o documento.
Com informações do site .
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