Sindicato dos Jornalistas de Sergipe muda presidência
O jornalista George Washington Silva não é mais o presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissional do Estado de Sergipe (Sindjor). Sob aalegação de problemas de ordem familiar e profissional, ele renunciou ao comando do Sindijor depois de quatro anos à frente da entidade.
Atualizado em 04/08/2011 às 18:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
Em seu lugar assume a vice-presidente, Caroline Rejane Sousa Santos.
A decisão de deixar a direção do Sindijor, segundo o jornalista, vinha sendo adiada desde fevereiro deste ano, mas só se efetivou agora, quando a falta de espaço no mercado de trabalho o forçou a tomar a decisão. "Protelei o máximo que pude, porque sabia que tinham ainda muitas tarefas por cumprir, principalmente com relação à campanha salarial da categoria e na luta por melhorias na Fundação Aperipê. Mas não dá mais para seguir adiante. Preciso retomar a minha carreira e cuidar da vida", disse Washington.
Em carta-renúncia dirigida à Diretoria Executiva do Sindijor, o ex-presidente expõe os motivos para a sua saída e lembra que, mesmo atravessando momentos difíceis, inclusive com a decisão do STF, em junho de 2009, que derrubou a exigência de diploma específico para o exercício do jornalismo, o sindicato conseguiu algumas conquistas significativas para a categoria, como ganhos reais sobre o piso profissional, o reconhecimento do Dia do Jornalista como feriado, estabilidade no emprego a 24 meses da aposentadoria, entre outras.
Ele convocou os demais membros da direção do Sindijor para seguir adiante na luta. "Tenham fé, companheiros e companheiras, na capacidade de luta e de formulação que vocês possuem. Tenho certeza que, com a vontade e a dedicação que não lhes faltam, o Sindijor continuará sua trajetória de independência e combatividade".
A nova presidente do Sindijor, Carol Rejane, atua na assessoria de comunicação do Sindicato dos Professores da Rede Básica de Ensino do Estado de Sergipe (Sintese). Ela se mostrou consciente do dever que tem a cumprir e acredita que a tarefa posta vai exigir muito esforço de sua parte e dos demais companheiros de direção.
"A tarefa não será fácil, diante de tantos desafios que temos pela frente. Mas vou dar tudo de mim para buscar dar continuidade ao trabalho que já vínhamos realizando e defender a categoria, sem vacilar, nos seus direitos, contando com a ajuda dos demais companheiros de direção", afirmou Carol.
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A decisão de deixar a direção do Sindijor, segundo o jornalista, vinha sendo adiada desde fevereiro deste ano, mas só se efetivou agora, quando a falta de espaço no mercado de trabalho o forçou a tomar a decisão. "Protelei o máximo que pude, porque sabia que tinham ainda muitas tarefas por cumprir, principalmente com relação à campanha salarial da categoria e na luta por melhorias na Fundação Aperipê. Mas não dá mais para seguir adiante. Preciso retomar a minha carreira e cuidar da vida", disse Washington.
Em carta-renúncia dirigida à Diretoria Executiva do Sindijor, o ex-presidente expõe os motivos para a sua saída e lembra que, mesmo atravessando momentos difíceis, inclusive com a decisão do STF, em junho de 2009, que derrubou a exigência de diploma específico para o exercício do jornalismo, o sindicato conseguiu algumas conquistas significativas para a categoria, como ganhos reais sobre o piso profissional, o reconhecimento do Dia do Jornalista como feriado, estabilidade no emprego a 24 meses da aposentadoria, entre outras.
Ele convocou os demais membros da direção do Sindijor para seguir adiante na luta. "Tenham fé, companheiros e companheiras, na capacidade de luta e de formulação que vocês possuem. Tenho certeza que, com a vontade e a dedicação que não lhes faltam, o Sindijor continuará sua trajetória de independência e combatividade".
A nova presidente do Sindijor, Carol Rejane, atua na assessoria de comunicação do Sindicato dos Professores da Rede Básica de Ensino do Estado de Sergipe (Sintese). Ela se mostrou consciente do dever que tem a cumprir e acredita que a tarefa posta vai exigir muito esforço de sua parte e dos demais companheiros de direção.
"A tarefa não será fácil, diante de tantos desafios que temos pela frente. Mas vou dar tudo de mim para buscar dar continuidade ao trabalho que já vínhamos realizando e defender a categoria, sem vacilar, nos seus direitos, contando com a ajuda dos demais companheiros de direção", afirmou Carol.
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