Sindicato diz que colete de cinegrafista morto era "mais frágil" do que informado pela Band

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro divulgou nota, na última segunda-feira (7), informando que o coleteà prova de balas usado pelo cinegrafista Gelson Domingos, da Band, era "mais frágil" do que o informado pela emissora.

Atualizado em 08/11/2011 às 11:11, por Redação Portal IMPRENSA.

As informações são do portal .
O sindicato afirma que teve acesso ao colete, que seria da classe 2A, a segunda "mais fraca" do mercado. "Esse tipo de indumentária protege contra tiro de armas como 9 mm, com potencial bem abaixo dos fuzis usados em confrontos no Rio de Janeiro", diz a nota.
O advogado da família do cinegrafista teria dito que irá procurar a emissora por que ela "mente quando informa que o colete era 3A". A entidade também negou que tenha proposto um treinamento feito pelo Bope, como foi afirmado pela Band, que informou que repórteres e cinegrafistas passaram por esse curso. A classe 3A dos coletes à prova de balas resiste a disparos de uma Magnum 44.
Domingos foi morto no último domingo (6), após ser atingido por um tiro de fuzil durante uma ação do Bope na comunidade de Antares, no Rio de Janeiro. O corpo foi sepultado no Memorial do Carmo.
Leia mais