Sindicato divulga nota de repúdio após grávida ser humilhada por promotora em MT

O Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT), em conjunto com a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), divulgou nota em repúdio à suposta situação de humilhação e vexame enfrentada pela jornalista Kalinka Meirelles, em Rondonópolis (MT).

Atualizado em 28/02/2014 às 17:02, por Redação Portal IMPRENSA.

Mato Grosso (Sindjor-MT), em conjunto com a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), divulgou nota em repúdio à suposta situação de humilhação e vexame enfrentada pela jornalista Kalinka Meirelles, em Rondonópolis (MT).
Segundo o Documento, a repórter fazia a cobertura de uma reunião que tratava sobre políticas públicas em favor dos idosos na sede do Ministério Público em Rondonópolis, como assessora de imprensa do secretário municipal de Promoção Social, Mohamed Zaher, mas foi expulsa aos gritos pela promotora Joana Maria Bortoni Ninis.
Titular da 1ª Promotoria Cível de Rondonópolis, Joana negou que teria gritado ou ofendido a jornalista e criticou a exposição de membros do Ministério Público. Ela diz seguir a orientação da corregedoria ao atuar com discrição. De acordo com a publicação, várias pessoas testemunharam a reação raivosa da promotora contra Kalinka, que está grávida e chegou a passar mal.
“O Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso e a Federação Nacional dos Jornalistas repudiam tal falta de respeito que fere o direito e o dever do profissional da imprensa de acompanhar, noticiar e refletir as dinâmicas da sociedade, servindo de olhos, ouvidos e voz da população. Para desempenhar tal papel, o jornalista deve ter acesso a todos os locais de interesse público, sem restrições e sem berros”, conclui a nota.