Sindicato critica irregularidades trabalhistas de funcionários do "Agora S.Paulo"
Entidade cobra mudanças e quer debater a situação
Atualizado em 03/10/2014 às 12:10, por
Redação Portal IMPRENSA.
O Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo (SJSP) criticou, em nota, as extensas jornadas de trabalho dos funcionários do jornal Agora S.Paulo , propriedade da empresa Folha da Manhã S.A. que também publica o jornal Folha de S.Paulo .
Segundo a entidade, os profissionais trabalham onze ou mais horas por dia e não recebem horas extras, além de ser escalados a trabalhar nos finais de semana. Durante a Copa do Mundo, a maior parte dos jornalistas ficou mais de quinze dias sem uma folga e sem receber nenhum adicional pelo trabalho. "Vários colegas já tiveram ou apresentam problemas de saúde, devido à extensa jornada de trabalho", reclamaram à entidade.
Crédito:Reprodução Entidade acompanha situação de jornalistas do "Agora São Paulo"
O SJSP informou ainda que acompanha a situação e já apresentou à direção do jornal e do sindicato patronal de jornais e revistas de SP pedido de providências urgentes. Uma reunião foi agendada para debater o assunto, mas não aconteceu.
"O Sindicato dos Jornalistas quer a imediata realização de um encontro para discutir a extensa jornada de trabalho, o não pagamento de horas-extras, escala de folgas, trabalho nos finais de semana e fornecimento de vale refeição e a sua sistemática de desconto da parcela referente ao trabalhador", acrescentou.
Segundo a entidade, os profissionais trabalham onze ou mais horas por dia e não recebem horas extras, além de ser escalados a trabalhar nos finais de semana. Durante a Copa do Mundo, a maior parte dos jornalistas ficou mais de quinze dias sem uma folga e sem receber nenhum adicional pelo trabalho. "Vários colegas já tiveram ou apresentam problemas de saúde, devido à extensa jornada de trabalho", reclamaram à entidade.
Crédito:Reprodução Entidade acompanha situação de jornalistas do "Agora São Paulo"
O SJSP informou ainda que acompanha a situação e já apresentou à direção do jornal e do sindicato patronal de jornais e revistas de SP pedido de providências urgentes. Uma reunião foi agendada para debater o assunto, mas não aconteceu.
"O Sindicato dos Jornalistas quer a imediata realização de um encontro para discutir a extensa jornada de trabalho, o não pagamento de horas-extras, escala de folgas, trabalho nos finais de semana e fornecimento de vale refeição e a sua sistemática de desconto da parcela referente ao trabalhador", acrescentou.





