Sindicato critica detenção de Jornalista que cobria protesto no ES
O Sindicato de Jornalistas do Espírito Santo condenou a ação da Polícia Militar na prisão da jornalista Bárbara Hora, membro da Juventude do
PT, enquanto cobria as manifestações na última sexta-feira (19/7), em Vitória (ES), para as redes sociais.
Crédito:Reprodução/Twitter Jornalista foi presa enquanto fazia cobertura do protesto
Segundo o G1, ao todo 66 pessoas foram detidas ao longo do protesto por depredações ao patrimônio público e desacato. Dos 66, 48 foram encaminhados para presídios. A jornalista foi liberada.
Aproximadamente 300 pessoas foram às ruas. A concentração foi marcada às 6h na Assembleia Legislativa do Espírito Santo (Ales), e às 7h30, saíram em direção ao Palácio Anchieta, no Centro.
Os manifestantes cobravam o fim do pedágio da Terceira Ponte, a desmilitarização da polícia, a não criminalização dos movimentos sociais e o fim da corrupção. Agências bancárias e prédios do Poder Executivo foram alvos da revolta. Policiais militares agiram com bombas de efeito moral e dispararam tiros de bala de borracha.
De acordo com a diretora do Sindicato de Jornalistas, Suzana Tatagiba, o governo não cumpriu a promessa de que os profissionais da imprensa teriam garantia de trabalho durante as manifestações. Por isso, o sindicato rompeu a conversa com o governo.
A jornalista presa disse que foi abordada e jogada no chão por uma policial militar. "Eu estava gravando com o celular e começou um monte de gente a gritar contra a polícia e eu continuei gravando, quando pegaram um manifestante, eu me virei para filmar. Eles me pegaram e eu não consegui fugir", explicou Bárbara Hora.
O Sindijornalistas também disse que vai representar judicialmente contra o Governo do Estado e está prestando assistência para a jornalista vítima de agressão.
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