Silvio Berlusconi diz que TV pública da Itália faz publicidade para a máfia
Ex-primeiro-ministro da Itália se descreveu como "primeiro empreendedor cultural" do país.
Atualizado em 08/05/2014 às 10:05, por
Redação Portal IMPRENSA.
Na última quarta-feira (7/5), Silvio Berlusconi, ex-primeiro ministro italiano e atual líder do Forza Itália, afirmou que a televisão pública RAI promove publicidade à máfia e garantiu que ele é o "primeiro empresário cultural" do país.
Crédito:Agência Brasil Ex-primeiro-ministro diz que RAI faz propaganda da máfia
De acordo com a EFE, apesar de não ter mencionado um programa específico da rede de TV, o político já havia manifestado insatisfação com séries como a conhecida "La Piovra", sobre a máfia siciliana. As críticas contra a RAI ganharam força após a emissora italiana anunciar sua intenção de lançar uma série baseada no longa "A máfia mata só no verão" e depois da estreia de "Gomorra", que retrata duas famílias rivais do crime organizado que lutam para controlar o tráfico de drogas no bairro napolitano de Scampiala.
Berlusconi, que comanda a corporação de telecomunicações Mediaset e do Canale 5, fez as declarações dois dias antes de começar a prestar serviços sociais por decisão da Justiça, que impôs um ano de prisão em 2013 por fraude fiscal.
Crédito:Agência Brasil Ex-primeiro-ministro diz que RAI faz propaganda da máfia
De acordo com a EFE, apesar de não ter mencionado um programa específico da rede de TV, o político já havia manifestado insatisfação com séries como a conhecida "La Piovra", sobre a máfia siciliana. As críticas contra a RAI ganharam força após a emissora italiana anunciar sua intenção de lançar uma série baseada no longa "A máfia mata só no verão" e depois da estreia de "Gomorra", que retrata duas famílias rivais do crime organizado que lutam para controlar o tráfico de drogas no bairro napolitano de Scampiala.
Berlusconi, que comanda a corporação de telecomunicações Mediaset e do Canale 5, fez as declarações dois dias antes de começar a prestar serviços sociais por decisão da Justiça, que impôs um ano de prisão em 2013 por fraude fiscal.





