Silvia Poppovic em pílulas
Silvia Poppovic em pílulas
Atualizado em 11/03/2009 às 02:03, por
Redação revista IMPRENSA.
Silvia Poppovic recebeu a revista IMPRENSA na Band, num espaço ao ar livre, depois de fazer uma breve reunião de pauta com Fernando Mitre, presidente da casa. A reunião tinha dois objetivos: criar uma rotina para o novo programa que a jornalista estreia em março e pensar uma lista de convidados que dividirão a bancada com ela. Na conversa, Silvia contou que o jornalístico será recheado de debates e discutirá os fatos mais relevantes do dia. No cenário, a apresentadora ficará em pé, andando entre a mesa em formato de "nike", como ela mesma nomeou.
No perfil, que faz parte da edição 243, Silvia Poppovic revela que seu retorno à Band aconteceu por uma série de coincidências e que acha que ficou muito estigmatizada por interromper seus entrevistados quando apresentou "Canal Livre", "pagando um preço muito alto por isso".
Outras curiosidades que não couberam nas cinco páginas de matéria, contamos aqui, em pílulas:
- Quando o nome de Silvia Poppovic foi sugerido para a seção "Perfil" de IMPRENSA, o nosso editor, Igor Ribeiro, disparou: "Tenho um livro que foi dela". Antes que pudéssemos desconfiar da afirmação, ele trouxe seu exemplar de "Comunicação e Indústria Cultural", de Gabriel Cohn, adquirido no Sebo Alternativo por R$ 8, como consta num selo, na folha de rosto. Logo abaixo, gravado em caneta azul, constava "Silvia Poppovic - 1974 - ECA" (vide imagem). Não havia dúvidas (nem homônimos). Levamos a obra no dia da entrevista e deixamos em cima da mesa. Assim que chegou, Silvia perguntou quem a estava estudando. Não respondemos e, então, ela, como se soubesse que estávamos esperando aquelas palavras, falou: "Esse livro é meu?". Sim, era. Mas ela não entendeu como foi parar nas mãos do Igor. A jornalista tentou lembrar o caminho que o exemplar percorreu e a única lembrança era que em uma de suas mudanças doou-o para a biblioteca da USP.
- Durante a pesquisa sobre Silvia Poppovic, antes da entrevista, descobrimos que ao longo das 213 edições que temos digitalizadas (o que corresponde até junho de 2006) o nome da jornalista tinha aparecido em 42 edições, muitas vezes com mais de uma citação e não necessariamente em matérias sobre ela. O seu nome está presente em colunas, publicidade de programas, em grade de programação das emissoras, em editoriais. Além disso, três grandes matérias - sem contar o recente perfil -, já tinham sido feitas com ela. A primeira em julho de 1989, na seção "Personagem", escrita por José Simão, que trazia fotos dela bebê, na época da faculdade, no Diário de São Paulo (o anterior, do grupo de Assis Chateaubriand, seu primeiro emprego) e apresentando "Canal Livre". A segunda, em maio de 1993, um "Pinga-Fogo", em que ela respondeu a perguntas de Fausto Silva, Paulo Markun, Fátima Bernardes, Joyce Pascowitch e Marília Gabriela, entre outros jornalistas. E a terceira, em julho de 1995, uma matéria sob o chapéu "Televisão", que contava sobre os três anos que completava a frente do programa "Silvia Poppovic", na Band.
- Na matéria publicada em 1993 na IMPRENSA, ela respondeu a um "Quem sou eu". Resolvemos repetir as perguntas novamente nessa última entrevista. Veja o que mudou, 16 anos depois:
| 1993 | 2009 | |
| Número da sorte | 7 | 7 e 17. E 7 é dia do nascimento da Ana |
| Onde mora | Higienópolis, São Paulo | Higienópolis, mas num outro apartamento. Eu vou mudando sempre na Rua Rio de Janeiro, já tive quatro endereços lá |
| Um ídolo | Não tenho | Não tenho |
| Um sonho | Ter um filho | Realizei meu sonho de ter um filho |
| Carro | Monza | O meu Monza tinha ar-condicionado e era automático, um carrão, um conforto. Hoje eu tenho um Pathfinder, uma perua para caber todas as coisas da Ana |
| Número do sapato | 39 | 40, depois que eu tive a Ana aumentou um número |
| Programa de TV | O meu | Manhattan Connection |
| Um cantor | Eric Clapton | Ópera, por influência marital |
| Uma cantora | Nina Simoni | - |
| Um filme | Eu vejo tudo | Continuo vendo tudo |
| Um livro | Amores difíceis, de Ítalo Svevo | O livro que eu acabei de ler, na verdade, não foi muito bom. Chama "Minha vida como irmão", a história do irmão da Madona |






