Servidor que alterou perfil de jornalistas na Wikipédia prestará serviço comunitário
O ex-chefe da assessoria parlamentar do Ministério do Planejamento, Luiz Alberto Marques Vieira Filho, terá de prestar serviços à comunidadeno Hospital Regional da Asa Sul por dez meses.
Atualizado em 21/08/2015 às 09:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
Ele alterou indevidamente, de dentro do Palácio do Planalto, o perfil dos jornalistas Miriam Leitão e Carlos Alberto Sardenberg na enciclopédia virtual .
Crédito:Divulgação Processo civil de jornalistas contra o ex-chefe da assessoria parlamentar segue na justiça
Segundo o G1, a sentença determina 200 horas de prestação de serviço no centro hospitalar. A pena começa a valer a partir da próxima quarta-feira (26/8). As ações cíveis movidas pelos jornalistas continuam na Justiça.
Inicialmente, o governo alegou que era “impossível” identificar os responsáveis pelas críticas. Depois, a presidente Dilma Rousseff (PT) determinou a abertura de uma sindicância para tentar identificar os responsáveis.
O resultado foi divulgado em 11 de setembro do ano passado. De acordo com o governo, na época em que ocorreram as modificações nos perfis, Vieira Filho exercia cargo de assessor da Secretaria de Relações Institucionais.
O Executivo disse que, durante as investigações, o servidor assumiu a autoria das alterações e pediu exoneração do cargo. Apesar do pedido, o governo também havia afirmado que ele seria alvo de um processo administrativo disciplinar (PAD).
Crédito:Divulgação Processo civil de jornalistas contra o ex-chefe da assessoria parlamentar segue na justiça
Segundo o G1, a sentença determina 200 horas de prestação de serviço no centro hospitalar. A pena começa a valer a partir da próxima quarta-feira (26/8). As ações cíveis movidas pelos jornalistas continuam na Justiça.
Inicialmente, o governo alegou que era “impossível” identificar os responsáveis pelas críticas. Depois, a presidente Dilma Rousseff (PT) determinou a abertura de uma sindicância para tentar identificar os responsáveis.
O resultado foi divulgado em 11 de setembro do ano passado. De acordo com o governo, na época em que ocorreram as modificações nos perfis, Vieira Filho exercia cargo de assessor da Secretaria de Relações Institucionais.
O Executivo disse que, durante as investigações, o servidor assumiu a autoria das alterações e pediu exoneração do cargo. Apesar do pedido, o governo também havia afirmado que ele seria alvo de um processo administrativo disciplinar (PAD).





