Série de reportagens sobre milícia de Itaboraí recebe Prêmio Patrícia Acioli de Direitos Humanos
De autoria do jornalista Rafael Soares, a série de reportagens "A invasão", publicada pelo jornal Extra em julho último, ganhou oPrêmio Patrícia Acioli de Direitos Humanos.
Atualizado em 03/12/2019 às 16:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
Soares, a série de reportagens "A invasão", publicada pelo jornal Extra em julho último, ganhou o Prêmio Patrícia Acioli de Direitos Humanos. As matérias revelaram que PMs de Itaboraí (RJ) têm envolvimento direto com a milícia que atua na cidade.
Crédito:Reprodução
Em nota a respeito da premiação, o Extra informou que a série, fruto de 6 meses de apuração, "levou a polícia a iniciar uma nova investigação sobre a situação na região e a realizar operações no município".
"A reportagem mostrou as conexões entre polícia e milícia em Itaboraí, e revelou como policiais militares do batalhão da cidade abriram caminho para o grupo militar se instalar lá. O fato de uma reportagem sobre o assunto ainda ser necessária oito anos após o assassinato da Patrícia Acioli mostra que o Estado não avançou no combate às milícias e à violência praticada por agentes do próprio Estado", disse Rafael Soares ao jornal.
Também na categoria Direitos Humanos, as matérias "A lama que queima: compradora de minério da Vale faz vítimas no interior do Maranhão", da ONG Repórter Brasil, e "Brutalidade que os laudos não contam", da Revista Piauí, ficaram com o segundo e terceiro lugares, respectivamente.
Além de reportagens, o Prêmio Patrícia Acioly homenageou trabalhos de magistrados e de acadêmicos e práticas humanísticas relacionados à defesa dos direitos humanos e da cidadania.
Crédito:Reprodução
Em nota a respeito da premiação, o Extra informou que a série, fruto de 6 meses de apuração, "levou a polícia a iniciar uma nova investigação sobre a situação na região e a realizar operações no município".
"A reportagem mostrou as conexões entre polícia e milícia em Itaboraí, e revelou como policiais militares do batalhão da cidade abriram caminho para o grupo militar se instalar lá. O fato de uma reportagem sobre o assunto ainda ser necessária oito anos após o assassinato da Patrícia Acioli mostra que o Estado não avançou no combate às milícias e à violência praticada por agentes do próprio Estado", disse Rafael Soares ao jornal.
Também na categoria Direitos Humanos, as matérias "A lama que queima: compradora de minério da Vale faz vítimas no interior do Maranhão", da ONG Repórter Brasil, e "Brutalidade que os laudos não contam", da Revista Piauí, ficaram com o segundo e terceiro lugares, respectivamente.
Além de reportagens, o Prêmio Patrícia Acioly homenageou trabalhos de magistrados e de acadêmicos e práticas humanísticas relacionados à defesa dos direitos humanos e da cidadania.





