Sequestrador de Sydney comparava acusações de abuso sexual ao caso Julian Assange
Homem foi acusado em mais de 40 casos de agressões e "indecência" sexual
Atualizado em 16/12/2014 às 11:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
O homem que manteve cerca de 17 pessoas reféns por 17 horas em um café em Sydney, identificado pela polícia como Man Haron Monis, comparava as acusações de abuso sexual contra ele ao caso do jornalista Julian Assange, fundador do WikiLeaks.
Crédito:Reprodução Man Haron Monis dizia viver situação parecida com a de Assange
De acordo com a BBC, autoproclamado clérigo muçulmano e nascido no Irã, Monis foi morto junto com outros dois reféns durante a operação policial de resgate dentro do café. Ele já era conhecido por autoridades do país, já que estava solto sob fiança, acusado de ter sido cúmplice no assassinato de sua ex-mulher.
Monis também era acusado em mais de 40 casos de agressões e "indecência" sexual, relacionadas à época que ele supostamente atual como autoproclamado "curador espiritual" ao usar magia negra. Há relatos de que uma de suas exigências durante a tomada de reféns em Martin Place foi a de receber uma bandeira oficial do grupo radical Estado Islâmico (EI).
Além de associar as acusações que recebia ao fundador do WikiLeaks, Monis alegava que elas tinham motivação política. O defensor dele, Manny Conditsis, revelou que Monis era um homem isolado.
Assange é acusado de atacar sexualmente duas mulheres na Suécia em 2010. A Justiça quer interrogá-lo sobre as acusações e expediu uma ordem de prisão internacional. O australiano nega as acusações. Ele se refugiou na Embaixada do Equador em Londres para evitar ser preso no Reino Unido.
O jornalista teme que, se for extraditado para a Suécia, acabará sendo extraditado novamente para os Estados Unidos, que o acusam pelo vazamento de milhares de documentos secretos tornados públicos pelo Wikileaks.
Crédito:Reprodução Man Haron Monis dizia viver situação parecida com a de Assange
De acordo com a BBC, autoproclamado clérigo muçulmano e nascido no Irã, Monis foi morto junto com outros dois reféns durante a operação policial de resgate dentro do café. Ele já era conhecido por autoridades do país, já que estava solto sob fiança, acusado de ter sido cúmplice no assassinato de sua ex-mulher.
Monis também era acusado em mais de 40 casos de agressões e "indecência" sexual, relacionadas à época que ele supostamente atual como autoproclamado "curador espiritual" ao usar magia negra. Há relatos de que uma de suas exigências durante a tomada de reféns em Martin Place foi a de receber uma bandeira oficial do grupo radical Estado Islâmico (EI).
Além de associar as acusações que recebia ao fundador do WikiLeaks, Monis alegava que elas tinham motivação política. O defensor dele, Manny Conditsis, revelou que Monis era um homem isolado.
Assange é acusado de atacar sexualmente duas mulheres na Suécia em 2010. A Justiça quer interrogá-lo sobre as acusações e expediu uma ordem de prisão internacional. O australiano nega as acusações. Ele se refugiou na Embaixada do Equador em Londres para evitar ser preso no Reino Unido.
O jornalista teme que, se for extraditado para a Suécia, acabará sendo extraditado novamente para os Estados Unidos, que o acusam pelo vazamento de milhares de documentos secretos tornados públicos pelo Wikileaks.





