Senadora Marta Suplicy voltará a escrever coluna semanal na "Folha"
Senadora havia encerrado a colaboração do mesmo espaço em setembro de 2012 para assumir o comando do Ministério da Cultura
Atualizado em 05/03/2015 às 11:03, por
Redação Portal IMPRENSA.
A partir da próxima sexta-feira (6/3), a senadora Marta Suplicy (PT-SP) voltará a escrever, semanalmente, a coluna vertical da página A2 da Folha de S.Paulo . Ela havia encerrado a colaboração do mesmo espaço em setembro de 2012 ao assumir o comando do Ministério da Cultura.
Crédito:Agência Brasil Ex-ministra retoma coluna semanal na "Folha"
A senadora também já escreveu no jornal de 1982 a 1984, no extinto caderno "Mulher", e de 1984 a 1986 na "Ilustrada". "Ocupar um espaço semanal é desafiador. Ousadia, liberdade de expressão, independência, valores afinados com a linha editorial do jornal com o qual já colaborei, me estimulam muito neste momento de grande interesse nas pautas mais relevantes para o país. Vou me empenhar e espero propiciar boas reflexões e debates", avaliou ela em entrevista à publicação.
Marta é filiada ao PT desde 1981. Em 1994, elegeu-se deputada federal. Em 2000, foi eleita prefeita de São Paulo. Também foi ministra dos governos Luiz Inácio Lula da Silva (Turismo) e Dilma Rousseff (Cultura). Em 2010, obteve uma vaga no Senado pelo Estado de São Paulo.
A senadora entrou em conflito com o PT recentemente e, segundo aliados, cogitou deixar a sigla. Em entrevista ao Estadão no início do ano, ela disse que o partido chegou a uma "encruzilhada": "Ou muda, ou acaba". Também criticou Dilma e a política econômica do governo após as eleições do ano passado.
Em artigo na Folha , Marta afirmou que o Brasil enfrenta uma crise "por ausência de transparência, confiança e credibilidade" e que o PT prometeu na campanha "um futuro sem agruras, omitiu-se na apresentação de um projeto de nação para o país, mas agora está atarantado sob denúncias de corrupção".
Crédito:Agência Brasil Ex-ministra retoma coluna semanal na "Folha"
A senadora também já escreveu no jornal de 1982 a 1984, no extinto caderno "Mulher", e de 1984 a 1986 na "Ilustrada". "Ocupar um espaço semanal é desafiador. Ousadia, liberdade de expressão, independência, valores afinados com a linha editorial do jornal com o qual já colaborei, me estimulam muito neste momento de grande interesse nas pautas mais relevantes para o país. Vou me empenhar e espero propiciar boas reflexões e debates", avaliou ela em entrevista à publicação.
Marta é filiada ao PT desde 1981. Em 1994, elegeu-se deputada federal. Em 2000, foi eleita prefeita de São Paulo. Também foi ministra dos governos Luiz Inácio Lula da Silva (Turismo) e Dilma Rousseff (Cultura). Em 2010, obteve uma vaga no Senado pelo Estado de São Paulo.
A senadora entrou em conflito com o PT recentemente e, segundo aliados, cogitou deixar a sigla. Em entrevista ao Estadão no início do ano, ela disse que o partido chegou a uma "encruzilhada": "Ou muda, ou acaba". Também criticou Dilma e a política econômica do governo após as eleições do ano passado.
Em artigo na Folha , Marta afirmou que o Brasil enfrenta uma crise "por ausência de transparência, confiança e credibilidade" e que o PT prometeu na campanha "um futuro sem agruras, omitiu-se na apresentação de um projeto de nação para o país, mas agora está atarantado sob denúncias de corrupção".





