Senador diz que erro da “Folha” sobre programa do governo prejudicou Dilma

Na última terça-feira (22/10), o senador Jorge Viana (PT-AC) disse que a reportagem da Folha de S.Paulo sobre os empreendimentos do “Minha Casa, Minha Vida” prejudicou de forma injusta a imagem da governante.

Atualizado em 23/10/2013 às 10:10, por Redação Portal IMPRENSA.

senador Jorge Viana (PT-AC) disse que a da Folha de S.Paulo sobre os empreendimentos do “Minha Casa, Minha Vida” prejudicou de forma injusta a imagem da governante. Segundo o texto, a presidente Dilma Rousseff teria entregue residências em Vitória da Conquista (BA) “sem água e sem luz”. O erro qualificado por ele como "gravíssimo" também foi apontado pela ombudsman do jornal.


Crédito:Agência Brasil Senador quer mesmo espaço dado à notícia para desculpas com Dilma


De acordo com a Agência Senado, o parlamentar informou que as casas do projeto são entregues com as instalações hidráulicas e elétricas completas. Entretanto, explicou que cabe ao beneficiário solicitar às empresas estaduais a ativação dos serviços de fornecimento de água e de energia, o que pode levar alguns dias.


“Acontece o mesmo com quem compra um imóvel sem ajuda do governo federal. Todos nós sabemos que é assim que funciona. Se você aluga uma casa ou compra uma casa, depois você tem que pedir a ligação em seu nome. A Folha de S.Paulo fez disso uma manchete”, disse.


O senador sugeriu que o jornal reconheça o erro e destacou que a informação já foi publicada por diversos outros veículos, trazendo grandes prejuízos à imagem da presidente e do governo federal. Segundo ele, senadores também usaram a informação para criticar o governo.


“O problema é que era uma mentira. Quantos vão vir à tribuna pedir desculpa por ter passado uma versão falsa para o cidadão brasileiro? Os jornalistas que citaram, na CBN, nas milhares de rádios que reproduziram a Folha de S.Paulo , vão falar com a mesma intensidade, com o mesmo espaço que a presidenta Dilma não é irresponsável? Quando você espalha uma notícia falsa é como abrir um travesseiro de penas ao vento. Não tem quem traga de volta”, acrescentou.


Leia também

- -

-