“Sempre me imaginei como colunista”, afirma Gregório Duvivier sobre textos na "Folha"
Desde o dia 29 de julho, o ator e roteirista Gregório Duvivier faz parte do rol de colunistas da Folha de S.Paulo. Ele, um dos fundadores e
Atualizado em 13/08/2013 às 17:08, por
Gabriela Ferigato.
Desde o dia 29 de julho, o ator e roteirista Gregório Duvivier faz parte do rol de da Folha de S.Paulo . Ele, um dos fundadores e sócios do canal de humor on-line Porta dos Fundos, que supera 30 milhões de acessos no YouTube, destaca ser essa a sua primeira experiência em escrever para um jornal.
Crédito:Divulgação Ator conta que sempre sonhou ser colunista de jornal
“Sempre me imaginei como colunista. Já escrevia antes, me formei em letras, e lia muitos jornais. O Brasil tem uma tradição maravilhosa de cronistas, como o Veríssimo, Paulo Mendes Campos e Rubem Braga. Sempre sonhei em fazer parte desse time tão seleto de autores”, expõe Duvivier em entrevista à IMPRENSA.
De acordo com ele, o convite surgiu da editora da “Ilustrada”, Fernanda Mena, há seis meses. O contrato será, a princípio, de um ano, mas pode ser renovado. “Em dezembro do ano passado, eu escrevi uma coluna para uma edição especial da Folha de S.Paulo , na qual eles chamaram um pessoal para falar sobre o Fim do Mundo, foi aí que a Fernanda me chamou”.
O veículo e Duvivier não acordaram um estilo para os textos. “É muito livre. Tão livre que chega a ser preocupante, porque é difícil. Não existe nenhuma restrição. Tanto é que tinha um texto cheio de palavrão e eu pensei ‘Esse aqui não vai passar ’, mas passou”.
Entretanto, ele afirma que prefere contos, principalmente de ficção. “Acho muito importante o jornal ter um espaço de ficção. Um espaço que não tem na maioria dos jornais hoje em dia. Em O Globo, por exemplo, não existe mais. Eu acho muito legal ter uma narrativa dentro de um jornal. Ainda mais em uma segunda-feira. Eu, como leitor, gostaria de encontrar um texto assim”. Duvivier escreve às segundas na "Ilustrada”.
Em parceria com a Folha de S.Paulo , o ator pretende, no futuro, publicar um livro reunindo seus contos. Para ele, escrever e atuar são prazeres muito distintos. “Escrever é mais solitário, já atuar tem a companhia dos amigos. Mas ao mesmo tempo em que é solitário, depois se torna compartilhado. Muito bom pensar que o que você escreve fica para sempre”, declara.
Crédito:Divulgação Ator conta que sempre sonhou ser colunista de jornal
“Sempre me imaginei como colunista. Já escrevia antes, me formei em letras, e lia muitos jornais. O Brasil tem uma tradição maravilhosa de cronistas, como o Veríssimo, Paulo Mendes Campos e Rubem Braga. Sempre sonhei em fazer parte desse time tão seleto de autores”, expõe Duvivier em entrevista à IMPRENSA.
De acordo com ele, o convite surgiu da editora da “Ilustrada”, Fernanda Mena, há seis meses. O contrato será, a princípio, de um ano, mas pode ser renovado. “Em dezembro do ano passado, eu escrevi uma coluna para uma edição especial da Folha de S.Paulo , na qual eles chamaram um pessoal para falar sobre o Fim do Mundo, foi aí que a Fernanda me chamou”.
O veículo e Duvivier não acordaram um estilo para os textos. “É muito livre. Tão livre que chega a ser preocupante, porque é difícil. Não existe nenhuma restrição. Tanto é que tinha um texto cheio de palavrão e eu pensei ‘Esse aqui não vai passar ’, mas passou”.
Entretanto, ele afirma que prefere contos, principalmente de ficção. “Acho muito importante o jornal ter um espaço de ficção. Um espaço que não tem na maioria dos jornais hoje em dia. Em O Globo, por exemplo, não existe mais. Eu acho muito legal ter uma narrativa dentro de um jornal. Ainda mais em uma segunda-feira. Eu, como leitor, gostaria de encontrar um texto assim”. Duvivier escreve às segundas na "Ilustrada”.
Em parceria com a Folha de S.Paulo , o ator pretende, no futuro, publicar um livro reunindo seus contos. Para ele, escrever e atuar são prazeres muito distintos. “Escrever é mais solitário, já atuar tem a companhia dos amigos. Mas ao mesmo tempo em que é solitário, depois se torna compartilhado. Muito bom pensar que o que você escreve fica para sempre”, declara.





