Seguranças de Gisele Bündchen voltam a ser julgados por atentado contra fotógrafos
Um tribunal costa-riquenho retomou, nesta sexta-feira (1/11), o julgamento de três seguranças da modelo Gisele Bündchen e do jogador de
Um tribunal costa-riquenho retomou, nesta sexta-feira (1/11), o julgamento de três seguranças da modelo Gisele Bündchen e do jogador de futebol americano Tom Brady, por tentativa de homicídio de um fotógrafo da Agence France-Presse (AFP) e de um repórter fotográfico do jornal costarriquenho Al Día.
De acordo com a AFP, o advogado do fotógrafo Yuri Cortez afirma que o objetivo é encerrar o julgamento amanhã. Quatro testemunhas, entre elas Rolando Avilés, do Al Día, comparecerão ao Tribunal de Julgamento de Puntarenas, no litoral Pacífico. Cortez já apresentou seu testemunho em um júri em 22 de outubro deste ano.
Os acusados de tentativa de homicídio são os costa-riquenhos Manuel Valverde e Miguel Solís e o colombiano Alexander Rivas, que trabalhavam no casamento de Gisele e Brady, no dia 4 de abril de 2009. Após registrar algumas imagens, Cortez e Avilés foram abordados pelos seguranças que exigiram a entrega dos cartões de memória de suas câmeras. Diante da negativa, os carros em que estavam foram alvo de disparos dos seguranças do casal.
"Passaram-se quatro anos e meio, mas continuo com esperança de que se faça justiça. Foi um processo muito longo. Não consigo superar a situação, porque isso não acaba. É um desgaste emocional, mas estou otimista. É uma luta para que se estabeleça a verdade e se punam os responsáveis", confessou Cortez.
Caso sejam considerados culpados, os réus podem ser condenados a 12 anos de prisão. O fotógrafo trabalha há 22 anos para a agência de notícias e já acompanhou guerras civis em diversas partes do mundo. Atualmente, Cortez está sediado no México.
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