Seguranças de Gisele Bündchen são julgados por atentado contra fotógrafos na Costa Rica
Na última segunda-feira (23/9), um tribunal da Costa Rica iniciou o julgamento de três seguranças da modelo Gisele Bündchen por tentativa dehomicídio.
De acordo com a EFE, no julgamento, que aconteceu no Tribunal Penal de Puntarenas, estão acusados dois costarriquenhos, identificados pelos sobrenomes Solís e Valverde, e um colombiano de sobrenome Rivas.
O fotógrafo Yuri Cortez, disse que na audiência prestou seu depoimento perante os juízes e narrou os fatos ocorridos perto da casa de Gisele e seu marido, Tom Brady, em Santa Teresa de Cóbano, província de Puntarenas.
Na ocasião, Cortez, fotógrafo da agência francesa AFP, e Rolando Avilés, fotógrafo na época do jornal costarriquenho Al Día , fizeram imagens do casamento de Gisele e Brady. Eles explicaram que foram abordados na rua pelos seguranças do casal para exigir a entrega do material fotográfico.
Os profissionais se recusaram a entregar e quando se afastavam da área um dos seguranças disparou. A bala quebrou o vidro traseiro do veículo e quase feriu Cortez, segundo testemunho. Ele explicou que, por outras obrigações dos juízes, o julgamento foi suspenso e será retomado na próxima sexta-feira (27/9) com a declaração de Avilés e outra testemunha.
Os fotógrafos também fizeram uma denúncia para buscar indenização econômica, cujo valor deverá ser definido pelo tribunal. Os dois apresentaram, há alguns anos, uma ação civil contra Gisele e Brady por "negligência na hora de contratar pessoal". No entanto, a juíza recusou o caso porque o casal trocou de endereço.
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