Segundo pesquisa, 95 jornalistas foram assassinados em 2007
Segundo pesquisa, 95 jornalistas foram assassinados em 2007
A Associação Mundial de Jornais (WAN, em inglês) informou, nesta quinta-feira (7), que 95 jornalistas foram assassinados no mundo todo no ano de 2007. Ainda assim, quase metade deles morreram no Iraque, que continua sendo o país onde mais repórteres perdem a vida de forma violenta.
Desde que a associação elabora essa lista anual de mortes envolvendo os profissionais de imprensa, em 1998, o ano de 2007 se tornou o segundo pior em estatísticas. Em 2006, o pior ano para a categoria, houve 110 mortes de profissionais de imprensa.
"O crescente número de jornalistas assassinados em conflitos é motivo de profunda preocupação", declarou o presidente da WAN, Timothy Balding. "Na imensa maioria dos casos, ninguém foi levado perante a Justiça", acrescentou.
Ainda assim, depois do Iraque, onde 44 jornalistas morreram no último ano, a Somália alcança a segunda posição, com oito repórteres mortos de forma violenta, seguida pelo Sri Lanka e pelo Paquistão.
"O assassinato de jornalistas em muitos países se deve, também, a suas investigações sobre crime organizado, tráfico de drogas, corrupção e outros crimes", explicou a associação.
Já na América Latina, foram assassinados 11 jornalistas: três no México, dois no Haiti, e um no Brasil, Guatemala, El Salvador, Honduras, Paraguai e Peru.
Na lista elaborada pela WAN, estão incluídos todos os funcionários dos meios de comunicação assassinados enquanto exerciam sua profissão ou em conseqüência desta.
As informações são da Agência EFE.
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