Secretário argentino é acusado de usar politicamente a publicidade oficial
Secretário argentino é acusado de usar politicamente a publicidade oficial
Atualizado em 17/04/2008 às 10:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
O secretário de Meios de Comunicação do governo argentino, Enrique Albistur, foi denunciado pela Promotoria de Investigações Administrativas. Albistur é acusado de distribuir publicidade oficial no valor de US$ 3 milhões a empresas "sócias ou amigas", entre 2004 e 2007. A notícia é do jornal Folha de S. Paulo desta quinta-feira (17).
Albistur foi designado para o cargo no início do governo de Néstor Kirchner, em 2003, e continua no cargo no governo de Cristina Kirchner.
Em entrevista nesta quarta-feira (16) à noite, o secretário afirmou que a denúncia é "baseada em falsidades" e que se trata de "uma manobra para instalar um tema de apelo midiático". Ele pode ser condenado a entre 1 e 6 anos de prisão se for processado por "negociações incompatíveis com a função pública" - crime que lhe é atribuído.
Além de Albistur, foram denunciados dois auxiliares diretos dele na Secretaria de Meios de Comunicação. A denúncia ainda será analisada pela Justiça.
A investigação começou de uma acusação feita em 2006 pela Associação pelos Direitos Civis (ADC). Segundo a organização, o ex-presidente Kirchner discriminava meios de comunicação que não lhe eram favoráveis ao distribuir a publicidade oficial.
Leia mais:
-
-

Albistur foi designado para o cargo no início do governo de Néstor Kirchner, em 2003, e continua no cargo no governo de Cristina Kirchner.
Em entrevista nesta quarta-feira (16) à noite, o secretário afirmou que a denúncia é "baseada em falsidades" e que se trata de "uma manobra para instalar um tema de apelo midiático". Ele pode ser condenado a entre 1 e 6 anos de prisão se for processado por "negociações incompatíveis com a função pública" - crime que lhe é atribuído.
Além de Albistur, foram denunciados dois auxiliares diretos dele na Secretaria de Meios de Comunicação. A denúncia ainda será analisada pela Justiça.
A investigação começou de uma acusação feita em 2006 pela Associação pelos Direitos Civis (ADC). Segundo a organização, o ex-presidente Kirchner discriminava meios de comunicação que não lhe eram favoráveis ao distribuir a publicidade oficial.
Leia mais:
-
-






