Scotland Yard amplia investigações para outros veículos de comunicação
A Scotland Yard declarou que irá estender as investigações sobre irregularidades a outras corporações de mídia
Atualizado em 22/07/2011 às 12:07, por
Redação Portal IMPRENSA.
Percebendo a extensão dos casos de escutas telefônicas ilegais e compra de informações realizadas pelo tabloide News of The World, a Scotland Yard declarou, na última quinta-feira (21), que irá estender as investigações sobre irregularidades a outras corporações de mídia na Grã-Bretanha, informa O Estado de S. Paulo.
Documentos da Operação "Motorman", investigação concluída em 2006 sobre a compra de informações privadas por jornalistas, foram encomendados pela Scotland Yard para o Escritório do Comissário da Informação (ICO, sigla em inglês).
O relatório da operação continha cinco mil casos de obtenção ilegal de dados privados, realizados por 32 publicações - 21 jornais e 11 revistas. No topo da lista está o tabloide Daily mail, que teria feito 952 pedidos para ter acesso a informações sigilosas, em seguida o Sunday People, com 802 pedidos e o Daily Mirror, com 681. Segundo os grupos de comunicação envolvidos no relatório "Motorman", os dados foram obtidos dentro da lei por meio de requerimentos e as informações tinham relevância pública.
Sue Akers, vice-comissária assistente da Scotland Yard, disse que a polícia já tem o registro de 3,8 mil nomes, cinco mil números de telefones fixos e quatro mil telefones móveis que foram utilizadas de forma ilícita por jornalistas e meios de comunicação. Apenas 170 pessoas foram avisadas que estão envolvidas nos casos.
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Documentos da Operação "Motorman", investigação concluída em 2006 sobre a compra de informações privadas por jornalistas, foram encomendados pela Scotland Yard para o Escritório do Comissário da Informação (ICO, sigla em inglês).
O relatório da operação continha cinco mil casos de obtenção ilegal de dados privados, realizados por 32 publicações - 21 jornais e 11 revistas. No topo da lista está o tabloide Daily mail, que teria feito 952 pedidos para ter acesso a informações sigilosas, em seguida o Sunday People, com 802 pedidos e o Daily Mirror, com 681. Segundo os grupos de comunicação envolvidos no relatório "Motorman", os dados foram obtidos dentro da lei por meio de requerimentos e as informações tinham relevância pública.
Sue Akers, vice-comissária assistente da Scotland Yard, disse que a polícia já tem o registro de 3,8 mil nomes, cinco mil números de telefones fixos e quatro mil telefones móveis que foram utilizadas de forma ilícita por jornalistas e meios de comunicação. Apenas 170 pessoas foram avisadas que estão envolvidas nos casos.
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