Sarah Palin acusa imprensa de incitar o ódio nos EUA e defende ultraconservadores republicanos
Sarah Palin acusa imprensa de incitar o ódio nos EUA e defende ultraconservadores republicanos
Atualizado em 13/01/2011 às 15:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
A republicana de extrema direita Sarah Palin, ex-candidata a vice-presidência dos EUA e ex-governadora do Alasca, acusou a imprensa norte-americana e analistas políticos de incitar o ódio e a violência, referindo-se ao atentado em Tucson (Arizona), em que seis pessoas foram mortas e a representante democrata Gabrilelle Giffords levou um tiro na cabeça e ficou gravemente ferida.
"Nas horas após uma tragédia, os jornalistas e analistas não deveriam fabricar uma calúnia sangrenta que só serve para incitar o ódio e a violência que eles afirmam condenar. Isso é repudiável", afirmou Palin.
Palin defendeu o Partido Republicano das acusações de incitação do ódio e protegeu o grupo ultraconservador Teas Party, do qual faz parte.
"Algumas pessoas defendem que a retórica política é a culpada do ato repudiável praticado por aquele criminoso fora de si e aparentemente apolítico", disse Palin. "E eles dizem que o debate político ficou mais acalorado recentemente. Mas quando ele era menos acalorado? Naqueles tempos tranquilos, quando as figuras políticas resolviam suas diferenças em duelos de pistola?" questionou a ex-governadora, segundo informa a Agência Estado citando a Associated Press.
Em novembro do ano passado, antes das eleições legislativas, Palin assinalou o distrito de Giffords entre os vinte que os republicanos deveriam recuperar. Ela marcou cada um dos distritos com um símbolo que lembrava uma mira de revólver. Jared Lee Loughner, de 22 anos, foi acusado de tentar matar Giffords, de assassinar seis pessoas e ferir outras doze.
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"Nas horas após uma tragédia, os jornalistas e analistas não deveriam fabricar uma calúnia sangrenta que só serve para incitar o ódio e a violência que eles afirmam condenar. Isso é repudiável", afirmou Palin.
Palin defendeu o Partido Republicano das acusações de incitação do ódio e protegeu o grupo ultraconservador Teas Party, do qual faz parte.
"Algumas pessoas defendem que a retórica política é a culpada do ato repudiável praticado por aquele criminoso fora de si e aparentemente apolítico", disse Palin. "E eles dizem que o debate político ficou mais acalorado recentemente. Mas quando ele era menos acalorado? Naqueles tempos tranquilos, quando as figuras políticas resolviam suas diferenças em duelos de pistola?" questionou a ex-governadora, segundo informa a Agência Estado citando a Associated Press.
Em novembro do ano passado, antes das eleições legislativas, Palin assinalou o distrito de Giffords entre os vinte que os republicanos deveriam recuperar. Ela marcou cada um dos distritos com um símbolo que lembrava uma mira de revólver. Jared Lee Loughner, de 22 anos, foi acusado de tentar matar Giffords, de assassinar seis pessoas e ferir outras doze.






