"São medievais", diz repórter italiano sobre leis de sigilo do Vaticano
O jornalista italiano Emiliano Fittipaldi, autor do livro "Avarizia", sobre a corrupção na igreja católica, disse na última terça-feira (17/11) considerar "medievais" as leis do Vaticano que podem levá-lo a cumprir uma pena de até oito anos por "delito contra a pátria".
Atualizado em 19/11/2015 às 17:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
do livro "Avarizia", sobre a corrupção na igreja católica, disse na última terça-feira (17/11) considerar "medievais" as leis do Vaticano que podem levá-lo a cumprir uma pena de até oito anos por "delito contra a pátria".
Crédito:Reprodução/Twitter Jornalista criticou Vaticano por proibir acesso a documentos
Segundo o The Catolic Register, o repórter afirmou ter "cumprido o seu papel" ao levar a público informações sobre os gastos do Vaticano. Ele, inclusive, chegou a afirmar que a ação da igreja "restringe o direito à liberdade de imprensa e expressão".
Crédito:Reprodução/Twitter Jornalista criticou Vaticano por proibir acesso a documentos
Segundo o The Catolic Register, o repórter afirmou ter "cumprido o seu papel" ao levar a público informações sobre os gastos do Vaticano. Ele, inclusive, chegou a afirmar que a ação da igreja "restringe o direito à liberdade de imprensa e expressão".
"O livro narra as riquezas e os escândalos econômicos dentro do Vaticano. Esses processos são formas de tentar controlar que informações vazem no futuro. São notícias que, em minha opinião, devem ser levadas até o público. Isso é muito importante para os fiéis e não-fiéis do mundo todo", concluiu.





