Saída de colunistas do “El Universal” causa polêmica; jornal nega censura
Nova direção garante que mudanças têm relação com o novo código de ética e manual de estilo do diário. Linha editorial mudou após sua venda.
Atualizado em 06/08/2014 às 14:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
A saída de colunistas do jornal El Universal tem gerado polêmica na Venezuela, uma vez que os artigos desses profissionais apresentavam, em sua maioria, críticas ao governo. No entanto, após a venda do diário para um grupo de empresários, os conteúdos foram reformulados. A nova direção do veículo garante que as mudanças têm relação com o novo código de ética e manual de estilo do periódico, negando censura aos jornalistas.
Crédito:Reprodução Diário nega censura e alega que saída de colunistas está ligada à reestruturação do jornal
Segundo Agência O Globo, depois que o grupo espanhol Epalisticia comprou o jornal no mês passado foram feitas algumas alterações nas páginas de opinião. Além da baixa dos antigos colunistas, artigos e caricaturas do famoso cartunista Rayma deixaram de ser publicados pelo diário.
Nesta quarta-feira (6/8), a associação de trabalhadores dos meios de comunicação venezuelanos denunciou que 26 colunistas, a maioria adversários do governo, foram "censurados" e "retirados" do El Universal nos últimos dias. O tradicional jornal, considerado um dos principais da região e alinhado há mais de um século com a direita venezuelana, negou as acusações.
Crédito:Reprodução Diário nega censura e alega que saída de colunistas está ligada à reestruturação do jornal
Segundo Agência O Globo, depois que o grupo espanhol Epalisticia comprou o jornal no mês passado foram feitas algumas alterações nas páginas de opinião. Além da baixa dos antigos colunistas, artigos e caricaturas do famoso cartunista Rayma deixaram de ser publicados pelo diário.
Nesta quarta-feira (6/8), a associação de trabalhadores dos meios de comunicação venezuelanos denunciou que 26 colunistas, a maioria adversários do governo, foram "censurados" e "retirados" do El Universal nos últimos dias. O tradicional jornal, considerado um dos principais da região e alinhado há mais de um século com a direita venezuelana, negou as acusações.
Em editorial, o jornal justificou a decisão de não publicar os textos de seus antigos colaboradores pela vigência de "um código de ética que proíbe ofensas pessoais, descrédito, informação falsa e mentiras". "Nos últimos dias, tem havido uma série de inconvenientes na seção de opinião do El Universal a partir da entrada em vigor de novas regras para o tratamento de artigos", escreveu.





