RSF repudia desaparecimento de jornalistas e pede à ONU reabertura dos casos
O Dia Internacional das Vítimas de Desaparecimento Forçados datado no último domingo (31/8) contou com um ato de repúdio da ONG Repórte
Atualizado em 31/08/2015 às 14:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
O Dia Internacional das Vítimas de Desaparecimento Forçados datado n o último domingo (31/8) contou com um ato de repúdio da ONG (RSF), que enviou uma carta de protesto aos presidentes do Grupo de Trabalho da ONU sobre Desaparecimentos e do Grupo de Trabalho sobre Detenção Arbitrária.
De acordo com o blog do jornalista Claudio Tognolli, a carta foi encaminhada a Ariel Dulitzky e Seong-Phill Hong, presidentes das entidades citadas anteriormente. O documento assinado pelo secretário-geral da RSF, Christofe Deloire, pede a abertura de investigações sobre o desaparecimento de jornalistas em dez países, todos acusados de quebrarem regras internacionais de cidadania.
Os casos citados na carta incluem 11 jornalistas eritreus, dos quais não se têm notícia desde 2001, e nove profissionais de imprensa que estão desaparecidos no Iraque desde o ano passado.
O documento aponta ainda México e Colômbia como lugares em que jornalistas desaparecem frequentemente em razão do crime organizado e violência política. No entanto, “há governos que mantêm jornalistas incomunicáveis em locais secretos. Este é o caso na Síria, Eritreia, Irã, Líbia e Turcomenistão”.
A carta afirma que “os desaparecimentos forçados são a consequência de atos criminosos que violam alguns direitos-humanos, como o direito à liberdade e o direito ao devido processo legal. A violência e os crimes contra jornalistas constituem ataques contra a liberdade de expressão”, diz Deloire no documento.
De acordo com o blog do jornalista Claudio Tognolli, a carta foi encaminhada a Ariel Dulitzky e Seong-Phill Hong, presidentes das entidades citadas anteriormente. O documento assinado pelo secretário-geral da RSF, Christofe Deloire, pede a abertura de investigações sobre o desaparecimento de jornalistas em dez países, todos acusados de quebrarem regras internacionais de cidadania.
Os casos citados na carta incluem 11 jornalistas eritreus, dos quais não se têm notícia desde 2001, e nove profissionais de imprensa que estão desaparecidos no Iraque desde o ano passado.
O documento aponta ainda México e Colômbia como lugares em que jornalistas desaparecem frequentemente em razão do crime organizado e violência política. No entanto, “há governos que mantêm jornalistas incomunicáveis em locais secretos. Este é o caso na Síria, Eritreia, Irã, Líbia e Turcomenistão”.
A carta afirma que “os desaparecimentos forçados são a consequência de atos criminosos que violam alguns direitos-humanos, como o direito à liberdade e o direito ao devido processo legal. A violência e os crimes contra jornalistas constituem ataques contra a liberdade de expressão”, diz Deloire no documento.





