RSF pede que John Kerry trate sobre a situação da liberdade de imprensa em Cuba
A organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF) pediu ao secretário de Estado dos Estados Unidos, John Kerry, que aproveite sua reunião desta sexta-feira (14/8) com seu colega de Cuba, Bruno Rodríguez, para tratar da liberdade de imprensa e de informação no país.
Atualizado em 14/08/2015 às 09:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
secretário de Estado dos Estados Unidos, John Kerry, que aproveite sua reunião desta sexta-feira (14/8) com seu colega de Cuba, Bruno Rodríguez, para tratar da liberdade de imprensa e de informação no país.
Crédito:Wikimedia commons Entidade pede ajuda de secretário americano para garantir liberdade de imprensa na ilha
"Como maior responsável americano de tão alto nível a ir a Cuba desde 1959, tem o dever e o poder de influir positivamente nos políticos cubanos", destacou o secretário-geral da organização, Christophe Deloire, em carta enviada a Kerry.
Segundo a AFP, a entidade reforçou que o governo cubano mantém um "monopólio" da informação e não aceita nenhuma voz independente. Também lembrou que o controle da imprensa não se limita aos locais, já que profissionais estrangeiros também são objeto de restrições e permissões seletivas.
"Além da censura, o país conhece uma longa história de violência e de assédio aos jornalistas", lamentou a ONG, que em sua última classificação mundial da liberdade de imprensa colocou Cuba na 169ª posição, entre os 180 países analisados.
"Nesta nova etapa que se abre em Cuba, as barreiras da liberdade de imprensa devem ser rompidas. Os EUA têm a oportunidade e responsabilidade de facilitar esta mudança", ressaltou Deloire, segundo o qual chegou a hora de libertar os jornalistas presos e de permitir aos meios de imprensa trabalhar "sem medo de violência ou detenções", completou.
Leia também -
Crédito:Wikimedia commons Entidade pede ajuda de secretário americano para garantir liberdade de imprensa na ilha
"Como maior responsável americano de tão alto nível a ir a Cuba desde 1959, tem o dever e o poder de influir positivamente nos políticos cubanos", destacou o secretário-geral da organização, Christophe Deloire, em carta enviada a Kerry.
Segundo a AFP, a entidade reforçou que o governo cubano mantém um "monopólio" da informação e não aceita nenhuma voz independente. Também lembrou que o controle da imprensa não se limita aos locais, já que profissionais estrangeiros também são objeto de restrições e permissões seletivas.
"Além da censura, o país conhece uma longa história de violência e de assédio aos jornalistas", lamentou a ONG, que em sua última classificação mundial da liberdade de imprensa colocou Cuba na 169ª posição, entre os 180 países analisados.
"Nesta nova etapa que se abre em Cuba, as barreiras da liberdade de imprensa devem ser rompidas. Os EUA têm a oportunidade e responsabilidade de facilitar esta mudança", ressaltou Deloire, segundo o qual chegou a hora de libertar os jornalistas presos e de permitir aos meios de imprensa trabalhar "sem medo de violência ou detenções", completou.
Leia também -





