RSF pede que EUA sejam transparentes no caso da morte de funcionários da Reuters
RSF pede que EUA sejam transparentes no caso da morte de funcionários da Reuters
Aumentar a transparência e a responsabilidade na divulgação de informações. Esse foi o pedido da organização Repórteres Sem Fronteira (RSF) ao governo dos EUA após veiculação de em que fotógrafo e motorista da agência de notícias Reuters são executados, ao lado de outras nove pessoas, durante ataque de dois helicópteros do Exército norte-americano.
Na ocasião da morte de seus dois funcionários, em 2007, a Reuters requisitou ao governo dos EUA o vídeo gravado a partir das aeronaves, mas o material nunca fora disponibilizado, até que o site Wikileaks expôs - à revelia das autoridades - as imagens do massacre.
"Nós apoiamos a decisão do Wikileaks de postar o vídeo, já que as autoridades não assumiram suas responsabilidades neste caso", escreveu a RSF em comunicado.
"Requisitamos ao Pentágono mais transparência e pedimos à administração Obama evidências de seu comprometimento com a Justiça reconsiderando a demanda pelo material e a liberação oficial do vídeo e de outras informações que auxiliem as investigações", acrescentou a entidade.
De acordo com a agência de notícias AFP, o Exército dos EUA declarou em comunicado que não contesta a autenticidade do vídeo, mas "que o material não acrescenta novas informações" ao caso.
"Nós temos insurgentes e repórteres nos locais em que forças norte-americanas são vítimas de emboscadas. Àquela época, não tínhamos a capacidade de discernir se os empregados da Reuters carregavam câmeras ou armas", observou o comunicado.
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