RSF pede esclarecimento de atentado contra jornalista no MS; entidade reivindica proteção
Na última segunda-feira (3/12), a organização Repórteres sem Fronteiras (RSF) reivindicou "proteção urgente" para o jornalis
Atualizado em 04/12/2012 às 11:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
Na última segunda-feira (3/12), a organização Repórteres sem Fronteiras (RSF) reivindicou "proteção urgente" para o jornalista brasileiro Antônio Fabiano Portilho Coene, que em 29 de novembro sofreu um atentado no Mato Grosso do Sul, informou a agência Efe.
A RSF pediu, em comunicado, que seja esclarecido o ataque contra o jornalista, dono do . O atentado, segundo a entidade, poderia estar vinculado com a publicação de revelações sobre um caso de tráfico de influência.
Dois desconhecidos tentaram atirar e lançaram um coquetel molotov contra o jornalista, em Campo Grande (MS). O repórter saiu ileso.
No local do ataque foi encontrada uma mensagem que dizia "Fabiano Carvalhinho espancado até a morte". De acordo com a agência, isso seria uma alusão a Eduardo Ribeiro Carvalho, proprietário e editor do portal Última Hora News, assassinado em 21 de novembro.

A RSF pediu, em comunicado, que seja esclarecido o ataque contra o jornalista, dono do . O atentado, segundo a entidade, poderia estar vinculado com a publicação de revelações sobre um caso de tráfico de influência.
Dois desconhecidos tentaram atirar e lançaram um coquetel molotov contra o jornalista, em Campo Grande (MS). O repórter saiu ileso.
No local do ataque foi encontrada uma mensagem que dizia "Fabiano Carvalhinho espancado até a morte". De acordo com a agência, isso seria uma alusão a Eduardo Ribeiro Carvalho, proprietário e editor do portal Última Hora News, assassinado em 21 de novembro.






