RSF denuncia "estado de sítio e opressão" contra jornalistas no Marrocos
A organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF) publicou na última quinta-feira (17/9) umcomunicado no qual denuncia o "estado de sí
Atualizado em 18/09/2015 às 16:09, por
Redação Portal IMPRENSA.
A organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF) publicou na última quinta-feira (17/9) um no qual denuncia o "estado de sítio" e de opressão vivido por que atuam no Marrocos.
Crédito:Reprodução O caso do jornalista Ali Lmrabet foi um dos exemplos citados pela RSF no comunicado No texto, a entidade apontou que os profissionais do país ainda são vítimas de uma "opressão sufocante" a respeito de críticas sobre temas como o Islã, a integridade territorial do Marrocos – que aborda a independência do Sahara Ocidental – e a Monarquia.
A RSF citou os casos dos jornalistas Ali Lmrabet e Ali Anouzla. O primeiro foi condenado em 2005 por "ataques à integridade territorial e da monarquia" e há dez anos está proibido de exercer sua profissão. O segundo foi acusado de "terrorismo" após divulgar um link que mostrava a Al-Qaeda do Magreb Islâmico, considerada uma das organizações mais extremistas do Norte da África.
Crédito:Reprodução O caso do jornalista Ali Lmrabet foi um dos exemplos citados pela RSF no comunicado No texto, a entidade apontou que os profissionais do país ainda são vítimas de uma "opressão sufocante" a respeito de críticas sobre temas como o Islã, a integridade territorial do Marrocos – que aborda a independência do Sahara Ocidental – e a Monarquia.
A RSF citou os casos dos jornalistas Ali Lmrabet e Ali Anouzla. O primeiro foi condenado em 2005 por "ataques à integridade territorial e da monarquia" e há dez anos está proibido de exercer sua profissão. O segundo foi acusado de "terrorismo" após divulgar um link que mostrava a Al-Qaeda do Magreb Islâmico, considerada uma das organizações mais extremistas do Norte da África.
"Desde o início de 2015, RSF registrou numerosos casos de jornalistas acusados ou denunciados por críticas ao governo ou temas sensíveis que envolvam oficiais do estado marroquino", diz trecho do comunicado.





