RSF denuncia desaparecimento de fotógrafo espanhol na Colômbia
A organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF) denunciou o desaparecimento do fotógrafo espanhol Borja Lázaro, nas proximidades de La Guajira
Atualizado em 30/01/2014 às 15:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
, localizada noroeste da Colômbia, quando realizava um trabalho sobre a cultura indígena. Ele sumiu desde o último dia 8 de janeiro.
Crédito:Divulgação/RSF Fotógrafo espanhol desapareceu na Colômbia há quase um mês
Segundo a EFe, em comunicado, a RSF ressaltou que La Guajira é uma zona importante do tráfico de drogas, onde operam os "Bacrim", grupos criminosos armados do movimento paramilitar, que atuam com o apoio, e "até mesmo a cumplicidade" de algumas autoridades locais.
A entidade também observou que, desde o último dia 8, não se tem nenhuma notícia do fotojornalista que se comunicou, pela última vez, com sua família em 2 de janeiro. A RSF mencionou ainda o depoimento de várias testemunhas que disseram que ele havia se reunido com um grupo de pessoas, retornando ao hotel no dia 8 de janeiro, mas às cinco da manhã já não estava em seu quarto.
A família do fotógrafo rejeitou a hipótese de que ele poderia ter se afogado no mar. A associação observou que, de acordo com uma outra suspeita, o fotógrafo teria se perdido no deserto de La Guajira ou então caído nas mãos do grupo de tráfico de drogas. A RSF pediu às autoridades colombianas, especialmente ao Grupo Anti-sequestro e Anti-extorsão da Polícia de Gaula, para fazer o possível para localizá-lo.
Crédito:Divulgação/RSF Fotógrafo espanhol desapareceu na Colômbia há quase um mês
Segundo a EFe, em comunicado, a RSF ressaltou que La Guajira é uma zona importante do tráfico de drogas, onde operam os "Bacrim", grupos criminosos armados do movimento paramilitar, que atuam com o apoio, e "até mesmo a cumplicidade" de algumas autoridades locais.
A entidade também observou que, desde o último dia 8, não se tem nenhuma notícia do fotojornalista que se comunicou, pela última vez, com sua família em 2 de janeiro. A RSF mencionou ainda o depoimento de várias testemunhas que disseram que ele havia se reunido com um grupo de pessoas, retornando ao hotel no dia 8 de janeiro, mas às cinco da manhã já não estava em seu quarto.
A família do fotógrafo rejeitou a hipótese de que ele poderia ter se afogado no mar. A associação observou que, de acordo com uma outra suspeita, o fotógrafo teria se perdido no deserto de La Guajira ou então caído nas mãos do grupo de tráfico de drogas. A RSF pediu às autoridades colombianas, especialmente ao Grupo Anti-sequestro e Anti-extorsão da Polícia de Gaula, para fazer o possível para localizá-lo.





