RSF condena assassinato de jornalista no RJ e abusos policiais em protestos em SP
A organização Repórteres Sem Fronteiras emitiu nota condenando o assassinato do diretor do jornal fluminense Hora H, José Roberto Ornelas de
Atualizado em 13/06/2013 às 16:06, por
Redação Portal IMPRENSA.
A organização Repórteres Sem Fronteiras emitiu nota condenando o assassinato do diretor do jornal fluminense Hora H , José Roberto Ornelas de Lemos, e os abusos sofridos por alguns jornalistas durante a cobertura de uma manifestação em São Paulo.
No protesto ocorrido na Av. Paulista, na última terça-feira (11/6), três profissionais de imprensa foram detidos pela Polícia Militar — Leandro Machado, da Folha de S.Paulo e o fotógrafo Leandro Morais, do UOL, por terem “obstruído a ação da polícia”, e Pedro Ribeiro Nogueira, do Portal Aprendiz, acusado de “formação de quadrilha” e “dano qualificado”. Nogueira segue preso. “Exigimos a libertação imediata de Pedro Ribeiro Nogueira, detido por motivos aberrantes. Abusos policiais desse tipo constituem um sério entrave à liberdade de informação”, declarou a RSF. “A mídia desempenha um papel crucial nas manifestações, divulgando as queixas dos participantes, relatando a resposta das autoridades e contribuindo a abrir um debate sobre as reivindicações.”
“Os jornalistas não podem ser assimilados aos manifestantes. Por conseguinte, as forças da ordem devem comprometer-se a respeitar a neutralidade e integridade dos profissionais da informação”, acrescentou a entidade.
Ainda segundo a ONG, agentes da Polícia Militar também agrediram Fernando Mellis, do portal de notícias R7. O jornalista teria levado um golpe de cassetete nas costelas, mesmo depois de ter mostrado sua credencial de imprensa às autoridades.
Assassinato A RSF também expressou horror pelo assassinato de José Roberto Ornelas de Lemos (45), em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. O jornalista estava numa padaria quando quatro indivíduos num carro dispararam 44 tiros contra ele. “Solicitamos à polícia, que já iniciou uma investigação, que esclareça totalmente as motivações desse crime. A pista profissional deve ser tomada em consideração”, afirmou a entidade.
No protesto ocorrido na Av. Paulista, na última terça-feira (11/6), três profissionais de imprensa foram detidos pela Polícia Militar — Leandro Machado, da Folha de S.Paulo e o fotógrafo Leandro Morais, do UOL, por terem “obstruído a ação da polícia”, e Pedro Ribeiro Nogueira, do Portal Aprendiz, acusado de “formação de quadrilha” e “dano qualificado”. Nogueira segue preso. “Exigimos a libertação imediata de Pedro Ribeiro Nogueira, detido por motivos aberrantes. Abusos policiais desse tipo constituem um sério entrave à liberdade de informação”, declarou a RSF. “A mídia desempenha um papel crucial nas manifestações, divulgando as queixas dos participantes, relatando a resposta das autoridades e contribuindo a abrir um debate sobre as reivindicações.”
“Os jornalistas não podem ser assimilados aos manifestantes. Por conseguinte, as forças da ordem devem comprometer-se a respeitar a neutralidade e integridade dos profissionais da informação”, acrescentou a entidade.
Ainda segundo a ONG, agentes da Polícia Militar também agrediram Fernando Mellis, do portal de notícias R7. O jornalista teria levado um golpe de cassetete nas costelas, mesmo depois de ter mostrado sua credencial de imprensa às autoridades.
Assassinato A RSF também expressou horror pelo assassinato de José Roberto Ornelas de Lemos (45), em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. O jornalista estava numa padaria quando quatro indivíduos num carro dispararam 44 tiros contra ele. “Solicitamos à polícia, que já iniciou uma investigação, que esclareça totalmente as motivações desse crime. A pista profissional deve ser tomada em consideração”, afirmou a entidade.





