Roqueiro Sérgio Britto apresenta série sobre música e ditadura na TV Brasil
Músico irá receber convidados para compartilhar canções do período. Em uma das cenas, canta ao lado de Almino Affonso, ex-ministro de Jango.
Atualizado em 10/09/2014 às 17:09, por
Redação Portal IMPRENSA.
A TV Brasil estreia uma série de sete episódios sobre músicas que marcaram o regime militar no país. A atração será apresentada pelo músico Sérgio Britto, dos Titãs. O artista receberá diversos ex-exilados e lembrará canções da época. Entre os convidados, estão o ex-ministro Almino Affonso, pai do cantor.
Crédito:TV Brasil/ Giselle Julião Cantor entrevista ex-exilados e relembra histórias pela música
Segundo a Folha de S.Paulo , o programa “Exílio e Canções” será exibido às 23 horas, nesta quarta-feira (10/9). Na estreia, Britto e Affonso cantam "Pra Dizer que Não Falei das Flores", de Geraldo Vandré.
Sobre a experiência de ser apresentador, Sérgio Britto conta que nunca havia pensado em atuar na função e considera que o mais difícil foi achar o tom, especialmente para as falas em off. “Fiquei mais à vontade tocando as canções no violão do que fazendo as entrevistas”, diz. "O que eu tinha que fazer era chamar por essa memória afetiva [dos convidados]”, declarou.
Ao colocar lado a lado de figuras importantes durante o regime, o programa aposta na música para retratar o cenário do período. "A Ana Maria Machado lembra de como foi emocionante ouvir Sabiá' no exílio, cantado por Nara Leão, que era sua amiga", contou o diretor da atração, Otávio Juliano.
Veja a de convidados de “Exílio e Canções”.
Crédito:TV Brasil/ Giselle Julião Cantor entrevista ex-exilados e relembra histórias pela música
Segundo a Folha de S.Paulo , o programa “Exílio e Canções” será exibido às 23 horas, nesta quarta-feira (10/9). Na estreia, Britto e Affonso cantam "Pra Dizer que Não Falei das Flores", de Geraldo Vandré.
Sobre a experiência de ser apresentador, Sérgio Britto conta que nunca havia pensado em atuar na função e considera que o mais difícil foi achar o tom, especialmente para as falas em off. “Fiquei mais à vontade tocando as canções no violão do que fazendo as entrevistas”, diz. "O que eu tinha que fazer era chamar por essa memória afetiva [dos convidados]”, declarou.
Ao colocar lado a lado de figuras importantes durante o regime, o programa aposta na música para retratar o cenário do período. "A Ana Maria Machado lembra de como foi emocionante ouvir Sabiá' no exílio, cantado por Nara Leão, que era sua amiga", contou o diretor da atração, Otávio Juliano.
Veja a de convidados de “Exílio e Canções”.





