Ronaldo vira piada no Twitter ao defender Aécio após sumiço de relatórios em site

Ex-jogador chamou de "calúnias" relatórios do Tribunal de Contas de MG

Atualizado em 17/10/2014 às 10:10, por Redação Portal IMPRENSA.

Engajado na campanha presidencial do candidato à Presidência pelo PSDB Aécio Neves, o ex-jogador Ronaldo resolveu comentar um do portal UOL na última quinta-feira (16/10), mas se confundiu e acabou fazendo um comentário confuso, que logo virou motivo de piada nas redes sociais.
Crédito:Divulgação Ronaldo acabou "acusando" o amigo Aécio Neves em tuíte
A mensagem em questão replicava uma reportagem da Folha de S.Paulo , na qual abordava o "sumiço" de relatórios técnicos do Tribunal de Contas de Minas Gerais. O ex-jogador zombou do fato e chamou de "calúnias" os documentos oficiais, que indicavam o desvio de R$ 7,6 bilhões da área de saúde na gestão do tucano no governo do estado.

Instantes depois, os internautas começaram a contestar a afirmação, dizendo que os relatórios do Tribunal de Contas não podem ser chamados de "calúnia". "Cara, acho que vc não leu a matéria. só um toque. abs", Leonardo Pujol. "TCE não é Técnico do Cruzeiro Empoeirado. É Tribunal de Contas maluco. Lá não tem calúnias, ao menos não deveria", Macka. "Cadê a assessoria de imprensa do @Ronaldo pra falar: colega, o que vc twitou não ajuda o seu amigo, só prejudica!", Emiliano Freitas.

Crédito:Reprodução/Twitter Ex-jogador quis defender candidato, mas se atrapalhou
Após a repercussão, o perfil da Dilma Bolada também decidiu provocar o ex-jogador. "Como assim, @Ronaldo? Quer dizer que vão sumir todos os relatórios que comprovam irregularidades no Governo do seu amigo Aécio? ABSURDO!!!", . "Transparência é deixar informação e documentos públicos disponíveis para consulta. Doa a quem doer. Estude antes de falar besteira!", a personagem.

O caso

O jornal Folha de S.Paulo informou que relatórios mencionados pela presidente Dilma no debate da Band na última terça-feira (14/10) foram retirados do site do Tribunal de Contas de MG. A petista disse que o tucano não havia investido o mínimo exigido pela Constituição na saúde estadual e solicitou para os telespectadores acessarem a página do TCE.

O site saiu do ar ainda durante o debate. No momento em que a página voltou, os pareceres não estavam mais disponíveis para acesso. O material sumiu por pelo menos quatro horas. O tribunal alegou que o portal caiu por conta do alto volume de acessos, mas não explicou o motivo do desaparecimento dos relatórios.