Ronaldo "Fenômeno" defende Galvão Bueno em programa "Pânico", da Jovem Pan
Na última quinta-feira (27/2), o ex-jogador Ronaldo "Fenômeno" concedeu entrevista ao programa "Pânico", da rádio Jovem
Atualizado em 28/02/2014 às 18:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
Na última quinta-feira (27/2), o ex-jogador Ronaldo "Fenômeno" concedeu entrevista ao programa "Pânico", da rádio Jovem Pan, e falou sobre o papel de comentarista que vai desempenhar na Rede Globo durante os jogos do Brasil na Copa do Mundo. Para ele, o narrador Galvão Bueno, com quem dividirá as transmissões, é um dos profissionais "mais injustiçados do País".
Crédito:Divulgação Ronaldo elogiu Galvão Bueno e disse que ele é injustiçado
De acordo com o TV Esporte Blog, Ronaldo falou sobre a experiência de ter comentado jogos da seleção durante a Copa das Confederações, no ano passado, ao lado de Galvão. "Ele é um dos caras injustiçados do nosso país. [...] Com tudo acontecendo, manifestações, quebra-quebra, e ele narrando o jogo, sabendo o nome de todos os jogadores, com o ponto [eletrônico] no ouvido, e ele fala junto com o ponto... vai conduzindo tudo, e dá certinho o espaço de cada um", disse;
Ronaldo disse ainda que Galvão é um "fenômeno da televisão" e que não conseguiria trabalhar com um ponto eletrônico. "Ou eu, ou o ponto. Já até falei lá: se falarem [no ponto], eu vou parar de falar e vai pegar mal. Não consigo. Eu perco o raciocínio", comentou.
Crédito:Divulgação Ronaldo elogiu Galvão Bueno e disse que ele é injustiçado
De acordo com o TV Esporte Blog, Ronaldo falou sobre a experiência de ter comentado jogos da seleção durante a Copa das Confederações, no ano passado, ao lado de Galvão. "Ele é um dos caras injustiçados do nosso país. [...] Com tudo acontecendo, manifestações, quebra-quebra, e ele narrando o jogo, sabendo o nome de todos os jogadores, com o ponto [eletrônico] no ouvido, e ele fala junto com o ponto... vai conduzindo tudo, e dá certinho o espaço de cada um", disse;
Ronaldo disse ainda que Galvão é um "fenômeno da televisão" e que não conseguiria trabalhar com um ponto eletrônico. "Ou eu, ou o ponto. Já até falei lá: se falarem [no ponto], eu vou parar de falar e vai pegar mal. Não consigo. Eu perco o raciocínio", comentou.





