Rodrigo Paiva da CBF dispara contra a Folha: "Jornalismo não é isso"
"A gente não pode comentar um assunto construído desta maneira, o jornalista nem sequer ouviu o Ricardo Teixeira", diz a assessoria.
Atualizado em 19/08/2011 às 17:08, por
Alessandra Ungria*.
Novamente, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) sofreu acusações por parte de meios de comunicação quanto ao seu presidente, Ricardo Teixeira. Nesta sexta-feira (19), o portal , da Folha de S.Paulo , em matéria do editor de Entretenimento, Ricardo Feltrin, divulgou que Ricardo Teixeira se sentiu traído pela Rede Globo após a veiculação de reportagem pelo "Jornal Nacional". A matéria em questão denunciou irregularidades em contratos feitos pela entidade para amistoso da seleção brasileira em 2008.
O Portal IMPRENSA entrou em contato com a CBF, que preferiu ficar calada. "A gente não pode comentar um assunto construído desta maneira. O jornalista nem sequer ouviu o Ricardo Teixeira", informou Rodrigo Paiva, diretor de comunicação da instituição. Além deste ponto, o assessor observa que a fonte para a matéria foi velada, não podendo ser confirmada sua procedência. "Jornalismo não é isso. É construir fatos a partir de dados concretos", enfatiza. No entanto, em sua coluna, Feltrin alega ter procurado as assessorias da CBF e da Globo, e informa que ambas não se pronunciaram sobre o caso.
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O Portal IMPRENSA entrou em contato com a CBF, que preferiu ficar calada. "A gente não pode comentar um assunto construído desta maneira. O jornalista nem sequer ouviu o Ricardo Teixeira", informou Rodrigo Paiva, diretor de comunicação da instituição. Além deste ponto, o assessor observa que a fonte para a matéria foi velada, não podendo ser confirmada sua procedência. "Jornalismo não é isso. É construir fatos a partir de dados concretos", enfatiza. No entanto, em sua coluna, Feltrin alega ter procurado as assessorias da CBF e da Globo, e informa que ambas não se pronunciaram sobre o caso.
No post do F5 foi divulgado que Teixeira teria relações estreitas com Marcelo Campos Pinto, diretor da Globo Esportes, e que o executivo da emissora quis minar o Clube dos 13 para proteger a imagem do presidente da CBF.
* Com supervisão de Gustavo Ferrari
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