Rodrigo Gini e o automobilismo e a carreira diplomática de Thomaz Napoleão

Velocidade na pauta Rodrigo Gini nasceu em Niterói, mas desde criança mora em Belo Horizonte (MG) e é apaixonado por automobilismo. Em 2009,conseguiu realizar seu sonho de correr no rali de velocidade e de lá para Crédito:Divulgação cá divide o dia entre subeditor de esportes do jornal Estado de Minas, piloto e assessor de imprensa.

Atualizado em 05/11/2013 às 14:11, por Redação Portal IMPRENSA.

nasceu em Niterói, mas desde criança mora em Belo Horizonte (MG) e é apaixonado por automobilismo. Em 2009, conseguiu realizar seu sonho de correr no rali de velocidade e de lá para Crédito:Divulgação cá divide o dia entre subeditor de esportes do jornal Estado de Minas, piloto e assessor de imprensa... dele mesmo! “Eu só não me fotografo porque eu estou dentro do carro, senão faria isso também”, conta. Depois de fazer um curso técnico de engenharia mecânica, o talento de Gini para a escrita falou mais alto e, em 1996, se formou em jornalismo. Três anos depois, passou no processo de novos talentos do Estado de Minas, onde trabalha até hoje. “Comecei em ‘Gerais’ [editoria de ‘Cidades’ do jornal], passei por ‘Política’, mas sempre gostei de esportes”, diz.
Filho de professores, o automobilismo era uma paixão a ser acompanhada a distância. “O jornalismo me ajudou muito, fiz coberturas nacionais e até fora do país, mas o bichinho da velocidade já tinha me mordido. Em 2000 participei de um rali, mas como navegador. Nove anos depois, comprei um carro que estava encostado e comecei a correr como piloto”, explica. Nesses três anos, Rodrigo participou de mais de dez campeonatos nacionais e é o único brasileiro a participar da Toni Gardemeister Driving Academy, na Argentina. Se tivesse que escolher entre o jornalismo e o esporte, Gini (depois de uma pausa de reflexão) ficaria com o primeiro. “É o que paga as contas, mas é também uma realização. Nem o ingresso mais caro da Fórmula 1 em Interlagos tem o que a gente, como jornalista, vê.”
Jornalismo diplomático Thomaz Napoleão, 29, é diplomata no Paquistão desde 2011. E o plano é que seja transferido para a missão do Brasil na Organização das Nações Unidas (ONU) em Nova York, no primeiro semestre Crédito:Divulgação de 2014. Ele também teve seus planos para desenvolver sua carreira na imprensa. E foi com “o projeto de me tornar correspondente no exterior, inclusive em situações de conflito”, que ingressou no curso de jornalismo da Universidade de São Paulo (USP), no qual se formou, em 2006. Ao mesmo tempo, cursou relações internacionais, na Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo.
Para Napoleão, é fascinante ser diplomata não só “pela chance de conhecer novas culturas, paisagens e cidades”, mas, principalmente, pela perspectiva de apoiar o desenvolvimento do Brasil e fornecer cooperação técnica em assuntos nos quais nosso país é líder, como agricultura e energia, além de oferecer assistência humanitária. Apesar de não ter se tornado correspondente internacional, Napoleão mantém contato frequente com eles. “Em regiões de difícil acesso a informações corretas e atuais, é bastante comum que diplomatas e jornalistas colaborem entre si. Trocamos muitos contatos, dados e fontes, e por vezes ficamos amigos.” Além disso, como diplomata, segue com uma função semelhante à jornalística: informar. No entanto, seu público é bem restrito: o governo brasileiro.