Roberto Dinamite, uma bomba nas mãos dos dirigentes. Coloquem o EXÉRCITO NO VASCÃO!

Roberto Dinamite, uma bomba nas mãos dos dirigentes. Coloquem o EXÉRCITO NO VASCÃO!

Atualizado em 25/06/2008 às 12:06, por Alberto Chammas.

Enquanto se clama por seriedade, honestidade e postura ética no mundo dos esportes, o risco e a preocupação com a nova fase, que poderá ter, o Vascão...

Joaquim Mamede, Nuzman, Ricardo Teixeira, José Farah, Alberto Dualib, Nesi Cury, Eurico Miranda, Marcelo Teixeira, Pera (do vôlei), entre outros. O que esses dirigentes têm em comum? A vontade louca de mandar, ser dono, roubar o sonho da renovação, festa maior da democracia e transparência, para de forma mesquinha e devastadora arruinar, muitas vezes, suas próprias conquistas. Todos eles já foram campeões. Colocaram a faixa no peito, recebidos pela hipocrisia de Presidentes da República - alguns até conselheiros de administrações criminosas - mas, sempre isentos pela força do cargo.

O torcedor e os profissionais, hoje, do marketing, perguntam: O que eu fiz para ter que me dedicar tanto, me preocupar tanto na busca por dinheiro para o meu clube, se quando ele vem, é para pagar dívidas e acertos de gestões corruptas de um passado recente? Dói! Dói muito. E esperamos que essa cicatriz, imposta ao coração do torcedor, seja colocada na cara da nossa história, para que fique marcada mesmo, como troféu de uma transformação, com abertura e transparência - como o Timão parece estar colocando em prática - e como se espera de gestões sérias e honestas.

Mas uma pergunta: Caso a administração Dinamite seja um fracasso, o que sobrará para nós amantes do esporte? E se for um sucesso! Os dirigentes profissionais que fiquem atentos. Como no Corinthians, o torcedor passará a escolher seu futuro presidente. Aí entrará a famosa frase do ex-eterno-líder cubano, Fídel: "Não tem eleição, pois se um galã norte-americano concorrer comigo, poderá ganhar!".

Leia-se: um ex-jogador/atleta, que articula bem, ganha a eleição. Pode até não ganhar, mas pode querer ganhar. Lembramos de Aurélio Miguel no São Paulo. Ah! Mas no Tricolor a administração é diferente,é? E se o candidato fosse outro, como o Sr. Rogério Ceni? Dá para encarar? Muitas emoções vão rolar, graças a ganância dos profissionais e corruptos. Parece que os tempos estão mudando. Espero que com participação de todos os torcedores e imprensa, se não, voltará a máxima, muda-se a mosca, mas...continua!

CHEGA!!! Em Brasília, deputados querem que as administrações sejam mais transparentes, tipo usar a internet para mostrar balanços, etc. O interessante é: não seria interessante estender essa atitude aos seus gabinetes, prefeituras e governos estaduais e federal? Cuidado torcedor! Querem mais uma vez aparecer usando o esporte como bandeira. E mais, tem um deputado em Brasília, Carlos Mannato/PDT/ES, que pretende com seu projeto plantar mais árvores. Até aí lindo! Mas veja quem tem que plantar:

Ementa: Estabelece a obrigatoriedade do plantio de árvores para os casais que quiserem casar ou divorciar, para os compradores de veículos zero-quilômetro e para as construtoras de imóveis residenciais e/ou comerciais. Na verdade, quem casar terá que plantar dez árvores. Quem comprar um carro novo ou imóvel, mais dez árvores, e quem se separar - aí entra o ridículo da matéria - terá que plantar 25 árvores. Uma punição para quem quer mudar de vida e ser feliz.

Na história - talvez o interessante e idéia deste médico, seja discutir a questão ambiental - mas, da forma como foi colocada, parece mais uma das já tantas de tirar o dinheiro do povo, como foi o Kit primeiro socorro e a fiscalização do engate nos carros, etc. Sabe quem plantaria? ONGS, autorizadas pelo Governo ou Órgãos do Governo.

A pergunta: Se o governo não consegue manter o desmatamento, como fiscalizar entidades para controlar o plantio e o dinheiro? É no mínimo uma piada de péssimo gosto e mais uma vez, uma piada pronta nesse pobre país. Estão transformando a responsabilidade da alegria de ser cidadão com uma punição. Plantar árvore no Brasil virará uma pena, aliás, que pena que estamos assim. Sem árvores e sem grandes idéias. E políticos? Ah! Isso não é novidade. O Exército não poderia fiscalizar? Não não é função dele, sua função é fiscalizar obra política no Rio de Janeiro. Até dou uma sugestão ao Exército, não seria interessante fiscalizar a transição na administração do Vasco? Podem ir, afinal de contas o Presidente Lula não irá negar, até mesmo, pelo fato dele não saber de nada mesmo!

Bom frio!
Boas Férias!
Estarei em repouso para recuperação de uma pequena cirurgia.
Até mais, valeu!