Roberto Carlos não é mais garoto-propaganda da marca Friboi; multa passa dos R$ 3 milhões
Músico teve contrato rescindido com o grupo JBS e não deverá estrelar os comerciais da Friboi e dos produtos Swift, suas principais marcas.
Atualizado em 10/11/2014 às 15:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
O cantor Roberto Carlos não é mais garoto-propaganda das carnes Friboi e dos produtos Swift. Ao anunciar o fim da parceria com o artista, o grupo JBS, que administra as duas marcas, alega ter feito uma aposta ousada que não deu certo. Com um acordo avaliado em 45 milhões de reais, o “rei” não atendeu as expectativas da companhia frigorífica e teve o seu contrato rescindido.
Reprodução Cantor queria receber uma multa de R$ 7 milhões pela rescisão Segundo a Folha de S.Paulo , o rompimento do documento teria provocado uma briga entre ambas as partes na Justiça em torno do valor de indenização a ser pago pelo fim do negócio. O cantor queria receber uma multa de R$ 7 milhões pela rescisão, enquanto o grupo JBS aceitava pagar cerca de R$ 3,2 milhões. O conflito, no entanto, já teria sido superado e a cifra acertada.
Profissionais ligados à empresa e ao cantor afirmam que houve um acordo nos últimos dias a respeito da reparação financeira no caso e que o processo deve ser extinto ainda nesta semana. Em fevereiro, o músico foi anunciado como garoto-propaganda.
Depois dos bons resultados do ator Tony Ramos nas ações publicitárias da Friboi, a empresa resolveu investir fortemente na estratégia de contratar estrelas para anunciar seus produtos. Os executivos do grupo diziam ter procurado o cantor ao saber que ele tinha voltado a comer carne depois de quase 30 anos. Os comerciais brincavam, justamente, com essa situação inusitada.
Apesar de Roberto Carlos ter dito, em entrevistas, que tinha realmente voltado a comer carne, os usuários da internet levantavam dúvidas, ironizavam e faziam provocações sobre a questão. Para profissionais que acompanharam o assunto, mas que pediram para não ser identificados, pesquisas quantitativas mostram que o “rei” não funcionou como garoto-propaganda da Friboi.
Assista ao vídeo:
Reprodução Cantor queria receber uma multa de R$ 7 milhões pela rescisão Segundo a Folha de S.Paulo , o rompimento do documento teria provocado uma briga entre ambas as partes na Justiça em torno do valor de indenização a ser pago pelo fim do negócio. O cantor queria receber uma multa de R$ 7 milhões pela rescisão, enquanto o grupo JBS aceitava pagar cerca de R$ 3,2 milhões. O conflito, no entanto, já teria sido superado e a cifra acertada.
Profissionais ligados à empresa e ao cantor afirmam que houve um acordo nos últimos dias a respeito da reparação financeira no caso e que o processo deve ser extinto ainda nesta semana. Em fevereiro, o músico foi anunciado como garoto-propaganda.
Depois dos bons resultados do ator Tony Ramos nas ações publicitárias da Friboi, a empresa resolveu investir fortemente na estratégia de contratar estrelas para anunciar seus produtos. Os executivos do grupo diziam ter procurado o cantor ao saber que ele tinha voltado a comer carne depois de quase 30 anos. Os comerciais brincavam, justamente, com essa situação inusitada.
Apesar de Roberto Carlos ter dito, em entrevistas, que tinha realmente voltado a comer carne, os usuários da internet levantavam dúvidas, ironizavam e faziam provocações sobre a questão. Para profissionais que acompanharam o assunto, mas que pediram para não ser identificados, pesquisas quantitativas mostram que o “rei” não funcionou como garoto-propaganda da Friboi.
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